28 abril 2016

Aterrar nas dunas

Na praia de Faro parece que os aviões aterram nas dunas.

20 março 2016

Às centenas

 Quer em Faro, quer em Olhão, os ninhos de cegonha, habitados pelas ditas, são às centenas.

22 fevereiro 2016

30 janeiro 2016

Até sempre

Lembro-me da primeira vez que vi a Maria Manuel, em 1977, como se fosse hoje. Ela ia ser a minha orientadora de estágio. Foi uma óptima orientadora e ela e o João Clemente tornaram-se meus grandes amigos. Fizemos muitas férias juntos no Algarve; as minhas três filhas e as duas deles, que formavam uma escadinha alinhada, fartaram-se de brincar juntas.
Era um casal que eu apreciava muitíssimo. Nele admirava fundamentalmente o humor, nela a inteligência e a cultura, em ambos a esmerada educação e a maneira admirável como geriam a relação dos dois, que era de dependência mútua, apesar de serem o oposto um do outro.
Há poucos anos, o João deixou-nos. Ficou uma saudade grande em todos os amigos, mas a Maria Manuel que eu sempre conheci acabou naquele dia. Julgo que ela desistiu de viver quando lhe faltou o João.
Hoje fui-me despedir dela pela última vez. O Manel Zé, ou D. Manuel Clemente ou Cardeal Patriarca, celebrou a Eucaristia, como tinha feito na despedida do irmão. Agora a Maria Manuel e o João estão novamente juntos.

Estive a ver fotografias nossas em momentos felizes que passámos juntos no Porto, no Algarve e no Marco de Canaveses. Esses momentos ficarão sempre comigo.

24 janeiro 2016

Do baú

Fechar casas é sempre doloroso. É uma página da nossa vida que se fecha. É um pouco de nós que desaparece. É a vida.
No meio de montes de papeis, encontrei este cartão do General Costa Gomes ao meu Pai. A minha Mãe nunca deitou nada fora, nem o que devia, e este cartão acabou por aparecer agora. Ele representa um pedacinho da vida do meu Pai.

04 dezembro 2015

Aplaudo com reservas

Os "restos mortais" da Efanor vão finalmente ter a visibilidade que merecem. Afinal, a Efanor foi um marco na Senhora da Hora. No entanto, a praça que está em construção parece-me bastante feia. Aquelas coroas circulares parecem mais pistas de corrida. Aguardo que as obras terminem para ver se o final não é tão mau quanto parece.

01 dezembro 2015

Cores de Outono

O outono está quase a acabar mas ainda aí estão as suas maravilhosas cores. Este ano tem sido um Outono com sol; isso permite-me pisar, com prazer, as folhas caídas. Aquele barulhinho encanta-me.

23 novembro 2015

Do baú

Os meus pais tiveram 14 netos sendo que, entre 1972 e 1976, tiveram oito. Os oito que estão nesta fotografia deliciosa.

21 novembro 2015

Abrunheiro selvagem...

 ...na época da frutificação.

20 novembro 2015

Pilriteiro...

 ...na época da frutificação.

17 novembro 2015

A última fotografia

No dia 1 de Setembro a minha mãe almoçou, na casa dela de Coimbra, com as cinco filhas; era a festa dos 60 anos da minha irmã mais nova. Não é fácil juntarem-se as cinco irmãs, espalhadas que estão por todo o país desde o Minho ao Algarve.
A festa que se seguia, com as cinco filhas, teria sido no dia 15 de Novembro para comemorar os 94 anos da mãe. 
Essa festa já não aconteceu porque a mãe nos deixou no dia 6. Assim, esta foi a última fotografia da mãe com as filhas todas. Possivelmente a última fotografia dela.

16 novembro 2015

Cor...

... precisa-se!

09 novembro 2015

Despedida

A minha mãe partiu. Está junto do meu pai e dos meus avós. 

04 outubro 2015

Serralves à noite

A verdadeira paz.
Que bom seria se houvesse esta paz no mundo!

30 setembro 2015

Terminal de Cruzeiros de Matosinhos

"A obra de Luís Pedro Silva nasceu no contexto de uma reorganização estratégica do Porto de Leixões. O incremento do trânsito de passageiros era uma das possibilidades para a expansão e a afirmação internacional do porto e, por várias razões, o antigo terminal – um edifício notável, concebido em 1955 pelo arquitecto Francisco Figueiredo – não tinha condições para cumprir essa ambição. Foi no contexto desse plano estratégico – uma massa assinalável de relatórios, estudos e propostas alternativas – que se optou pela localização de um novo cais de acostagem à entrada do porto (que também simplifica o transito de embarcações no interior do complexo). Entre o novo cais e o molhe sul fez-se uma marina de recreio e no mesmo intervalo, a 800 metros da linha de costa, implantou-se o novo edifício. Ao escolher esse ponto para localizar funções de acesso público, vai ser possível abrir uma parte da área portuária para usufruto da cidade através da extensão do Jardim do Senhor do Padrão (ainda por realizar) e aceder ao passeio pedestre sobre o Molhe Sul, uma conquista assinalável que oferece novas perspectivas sobre a cidade e o mar. No decurso do processo, a Universidade do Porto perfilou-se para ser parceira da operação e instalar no edifício o seu Pólo de Mar, uma unidade de investigação que integra administração, laboratórios e aquários. Para além da ocupação permanente do edifício por cerca de 250 investigadores, a associação com a universidade permitiu encontrar um modelo viável para o financiamento da construção. Se, como previsto, se recuperar e remontar o magnífico guindaste Titan – hoje muito danificado após o acidente que sofreu quando foi desmontado para restauro em 2012 –, a relação entre o Porto de Leixões e a frente marítima de Matosinhos poderá ter uma nova vitalidade; o novo Terminal de Cruzeiros é a peça chave para alcançar essa dinâmica pública do lugar. O projecto quer ancorar à cidade o gesto de reorganização do espaço portuário." 
(Público, 15.05.2015)

29 setembro 2015

Um milhão de azulejos

"A fotogenia das superfícies curvas, revestidas com azulejos cerâmicos hexagonais que formam padrões aleatórios, promete mais um êxito no mercado de consumo de edifícios mediáticos"

"Terminal de Leixões é uma linha curva com um milhão de azulejos"

"A melhor maneira de começar a ver o novo Terminal de Passageiros do Porto de Leixões é com as mãos. É isso que fazemos quando chegamos à entrada do edifício."

É um milhão de azulejos hexagonais, fabricados pela Vista Alegre para este edifício muito bem desenhado pelo arquitecto Luís Pedro Silva. É mágico o efeito da luz nos azulejos do Terminal de Cruzeiros de Leixões. 

14 setembro 2015

Praia da Lota

Ontem ao fim da tarde, estava o nadador salvador a sair e nós a chegar para ver a areia dourada da praia antes do passeio de fim de dia.

13 setembro 2015

Estação de recolha

Ontem, no passeio ao fim do dia, olhei para longe e vi o que me pareceu serem centenas de gaivotas. Parei, fiquei a ver e descobri que as gaivotas dormem todas num local perto da Ribeira do Álamo. À vinda ainda vi mais umas a dirigir-se para o mesmo local. Nunca tinha visto nada disto e, com o zoom da Lumix, consegui uns registos, dos quais partilho aqui dois.

12 setembro 2015

O céu na Manta Rota

Hoje ao fim do dia fui pelo passadiço que liga a Praia da Lota à Ribeira do Álamo.
A pintura do céu, dos azuis aos avermelhados, deixou-me gravados na memória momentos únicos e maravilhosos. Não há pintor que fizesse semelhante maravilha.
Só por estes fins de dia já tinha valido a pena atravessar o país de Norte a Sul...

11 setembro 2015

Cacela Velha

 Antes de jantar saboreámos o fim  de um dia maravilhoso na Cacela Velha.