O meu carro, que não trocava por um Porsche, levou-me para longe do mundo.
Uns verdes separavam-me do horizonte longínquo e que eu queria esbatido. Fugi de tudo, que não de todos. Foram uns dias de amena cavaqueira com gente querida, com boa comida, boa bebida e noites compridas onde só as cigarras tinham voz.
A boa vida é mesmo boa!