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07 julho 2013

Saboreie o mundo

 Por entre flores somos conduzidos a uma estrutura colorida e ondulante. Abrimos a "cortina" de cabos de diferentes texturas e cores e entramos.
Em baixo temos uma panela acústica com a qual nos entretemos a construir sons; em cima temos o céu que estava todo azul.
Este jardim é de uma equipa da República Checa.

04 julho 2013

Paraíso - um lugar utópico ou não

"Da designação de Paraíso associado à corte celestial a de Paraíso terrestre associado ao pecado (Jardim do Éden), surgiu o conceito e a ideia desta obra, na qual é possível desfrutar das sensações que o jardim propõe.
O "fruto do pecado" representa o momento da desobediência, da descoberta e do reconhecimento do certo e do errado, convidando o visitante a tocar nas maçãs. Quanto mais toca nos frutos, mais é o aroma da fruta exalado."

Este era o primeiro jardim do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima e um dos que eu mais gostei. Durante uns dias vou aqui deixar uma mostra deste festival espectacular.

25 agosto 2010

Torcidos

Eu gosto deste emaranhado mas quem quiser esta árvore penteada vai precisar de muito amaciador.

15 agosto 2010

Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima

aqui coloquei algumas fotografias do jardim a que dei o meu voto - aquele que achei mais bem conseguido.
Hoje deixo um cheirinho de outros jardins.

Blank garden



Fenda escura

O jardim do aviso global


12 agosto 2010

Kaos Suspenso

Mais um ano. Mais um Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima. Mais uma ida ao Minho. Ao Festival, a Ponte de Lima, a Bertiandos, a Bravães e a Ponte da Barca.

Este ano o tema do Festival de Jardins é "O caos no jardim". Vi atentamente os onze jardins concorrentes e o vencedor do ano passado. Aqui ficam algumas fotografias do jardim de que mais gostei - Kaos Suspenso.

"Frequentemente associamos o kaos à ordem desconhecida do universo e traduzimo-lo através de formas matemáticas complexas designadas por fractais. Foram estas as fontes de inspiração que, conjuntamente com referências locais de Ponte de Lima como a ramada do vinho verde e o ambiente natural do rio, estiveram na base da criação de uma estrutura ajardinada chamada Kaos Suspenso.
A instalação do jardim é um labirinto de volutas de cabo de ferro pré-esforçado que pousa num solo de godo. Esta estrutura estática, mas ao mesmo tempo dinâmica, constitui um suporte para trepadeiras que vão progressivamente conquistar a instalação; esta estrutura de cabo suporta ainda bolsas de plantas suspensas.
O acesso ao jardim faz-se através de um pórtico de entrada que nos conduz directamente ao interior da instalação, forçando-nos a uma caminhada exploratória através do emaranhado. Uma vez lá dentro, olhando em volta, depara-se com um perímetro facetado de espelhos que transforma a estrutura de um só elemento em numerosas imagens de objectos de reflexões opostas, criando uma sensação de infinito.
O processo de concepção e de construção assenta na dinâmica dos arcos e no modo como estes se combinam (sobrepõem, densificam, estratificam, unificam) definindo caminhos.
A vivência física desta exploração remete para noções de tempo, lugar, escala e evolução numa simples vista e para o longo desenvolvimento das espécies durante o período do Festival.”


27 junho 2009

Eohippus

A Arte que está presente na concepção deste jardim, é a arte equestre e o cavalo puro-sangue lusitano.
Entra-se por um caminho de saibro, guiado por pegadas do cavalo com destino a uma zona central que lembra uma floresta. Nas “paredes” do caminho, que nos leva a uma zona central, vão-se encontrando molduras com poesias de Mário Cezariny. No centro encontramos um puro-sangue lusitano entre dois espelhos.
Eohippus inspira-se no primeiro antepassado do cavalo. Das imagens reflectidas nos espelhos, a mais longínqua pretende representar o Eohippus e, a partir daí, teremos o Orohippus, o Mesohippus e outros antepassados do cavalo central – o puro-sangue lusitano.

20 junho 2009

Jardim dos sentimentos

Caminhamos para um futuro onde os valores culturais, históricos, afectivos, lendas, contos de fadas e tradições tendem a desaparecer. Escolhemos como inspiração o “Lenço doa namorados” por ser uma componente fundamental da arte e da cultura da região do Minho.
O jardim é constituído por três níveis horizontais. No primeiro somos cercados pela natureza no estado puro através de flores, pedras e relva. No segundo, que faz a transição para o nível artístico, somos envolvidos por uma infinidade de troncos de madeira, cuja aparência não pertence nem ao estado natural nem ao artístico. No terceiro, pousado sobre o mar de pilares, o mundo artístico ganha forma através de tecidos que fazem referência ao estado final e artificial da arte em si mesma.


18 junho 2009

Pintando (no) (o) jardim

Mais um Festival Internacional de Jardins e mais uma ida minha a Ponte de Lima Cuja Câmara merece todo o meu apreço pela cidade linda que mantém restaurada e limpa. Um exemplo para qualquer autarca.
Este ano o tema é "As Artes no Jardim". Confesso que, relativamente aos anos anteriores, acho que, este ano, há alguns jardins menos bem conseguidos. Vou deixar aqui alguns começando por aqueles que mais apreciei.
Começo pelo Jardim "Pintando (no) (o) jardim".

"A associação da arte ao jardim foi feita, neste caso, através da pintura. As telas brancas, representadas sob a forma de roupa estendida que atravessam um qualquer jardim, servem de suporte à paleta de cores e à criatividade do artista.
Inicia-se o processo criativo… Mas eis que o pintor se deixa inebriar e absorver pelos sons, pelos aromas, pelas formas, pelas brisas e mergulha na paisagem. O pigmento, originalmente contido na tela, liberta-se, transborda sobre os canteiros e invade-os de arte e de cor – a arte pictórica emerge em talhões de cores coloridas.
Da pintura NO jardim, surge a pintura DO jardim."

(Texto retirado do catálogo do Festival)



21 novembro 2008

Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima

No dia 5 de Julho estive sentada na "cadeira de reflexão" deste jardim.
Recebi hoje uma mensagem de Ponte de Lima que aqui deixo.

"A 4ª edição do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima foi a mais visitada de sempre, 90 000 visitantes, o que se traduz num aumento de 30%, relativamente à edição anterior.
A forte participação de autores estrangeiros demonstra que o evento já ultrapassou as nossas fronteiras, fazendo parte de um roteiro cultural e turístico, de âmbito internacional, que atrai até à Vila mais antiga de Portugal milhares de visitantes. Este facto revela o grande interesse deste projecto para o município de Ponte de Lima, para o país e para todos os seus participantes.
Aos visitantes foi dada a oportunidade de manifestarem a sua opinião sobre a apreciação dos 11 jardins do Festival. O jardim mais votado foi “Energias Reflectidas”, cujos autores são um grupo de jovens Arquitectos Paisagistas, oriundos do norte de Portugal: Ana Mota, Diana Teixeira Fernandes, Márcia Vilar, Ricardo Ventura e Telma Sanches. Este jardim obteve 24% de votos e permanecerá no Festival durante a próxima edição, não podendo no entanto estar sujeito a nova votação.
Já agora aproveitámos para informar que para o concurso de 2009 com o tema “Artes no Jardim”, foram apresentadas 67 propostas, provenientes de 8 países, mas com autores de 19 nacionalidades diferentes.
Esperámos poder contar com a Vossa colaboração na divulgação desta iniciativa, pelo que, informamos que a edição de 2009 abre as suas portas ao público no dia 29 de Maio de 2009: contamos com a Vossa visita a partir desta data e até ao dia 30 de Outubro do mesmo ano.
Terminámos agradecendo a Vossa visita a este certame, confiantes assim, que o principal objectivo desta iniciativa permaneça e que todos continuemos a promover novas formas de sentir e viver a arte dos jardins."


Apesar de não ter sido o jardim em que votei foi um dos que mais gostei. Aqui deixo os meus parabéns aos autores pela maravilha que nos proporcionaram e, para o ano, lá voltarei a visitá-lo no próximo Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima.

23 julho 2008

3,9 x 10(24) joule


O Sol é a mais importante fonte de energia para todos os seres vivos. Todos os anos o Sol, emite um energia de valor 3,9 x 10(24) J, sendo J (joule) a unidade de energia no Sistema Internacional (SI).
Neste jardim evoca-se o astro rei através do valor da energia emitida anualmente. Num espaço verde surgem algarismos e letras enormes e amarelos, cor que associamos ao Sol. Esses símbolos apelam à interacção do público que pode utilizá-los para se sentar ou simplesmente para lhes tocar.
Da parte central saem linhas de plantas que pretendem representar os raios solares e, para alem das gramíneas mais altas existem bancos amarelos convidando o visitante a aproveitar a sombra criada por panos, também amarelos, que criam sombra.
(como não sei como se pode, aqui, por expoentes, coloquei o expoentes de 10 dentro de parêntesis)

17 julho 2008

Et pourtant elle tourne!

A frase de Galileu Galilei (1564 – 1642), “No entanto ela move-se”, foi muito bem escolhida para o título deste jardim.
Quando se discute a temática da energia, esquecemo-nos sempre do nosso primeiro combustível – os alimentos. Eles crescem apenas com a terra, o ar, a água e um pouco da nossa energia – uma volta de bicicleta! É essa energia que rega a horta lúdica. A Terra move-se e nós movemo-nos com ela.
Este jardim desenvolve-se à volta de uma roda perpétua e um prato que enche… O carrossel com a bicicleta, que possui um engraçado guarda-sol, alimenta o circuito de rega do jardim. A nossa energia, ao pedalar na bicicleta, acciona a bomba que tira a água para a rega dos alimentos que constituem a nossa primeira energia.
É um convite a trabalhar com a Terra e não contra a Terra.

16 julho 2008

Virevent

O Virevent (moinho de papel) em que as crianças utilizam a força do vento, que é o seu sopro, para fazer girar as suas velas coloridas, é o elemento chave deste jardim. Esse movimento circular representa o ciclo de transformações de uma forma de energia noutra.
Num campo de milho, a estrutura de bolas amarelas que representa o virevent, é a imagem de um motor de uma indústria agro-alimentar, através do qual se transforma o milho cultivado no campo.
Ao passear por entre as velas do virevent, o visitante representa o vento que o faz mover. Os caminhos cobertos de milho por onde o visitante se desloca, recortam também, um imenso virevent.