Os oficiais da Câmara Municipal do Porto, após a Restauração da Independência, pediram ao Rei a conclusão das obras considerando a grande importância do Forte na defesa da barra.
Em 1832, durante as Guerras Liberais, o forte foi objecto de algumas benfeitorias, nomeadamente nos armazéns, ponte levadiça, escada do fosso e parapeitos.
No século XX, as suas instalações foram entregues à Capitania do Porto de Leixões.
Desde 1961 que está classificado como Imóvel de Interesse Público.