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17 fevereiro 2013

Claustro principal

 
Hoje eu apreciaria todos estes pormenores do Convento de S. Dinis. Com 10 anos, longe da família todo o tempo de aulas, nunca me apercebi do privilégio que foi viver cinco anos num Convento lindo com o este. Apenas me sentia a mais infeliz das pessoas. Foi mesmo uma violência,

12 fevereiro 2013

Cozinha do Convenro de S. Dinis (I)

 
É tão bom ver coisas bonitas e antigas conservadas como um tesouro!

11 fevereiro 2013

Madre Paula

 
No Caustro Pincipal do Instituto de Odivelas, está a Torre da Madre Paula, uma das amantes de D. João V de quem teve vários filhos. Quando eu lá andei dizia-se que ela se atirou desta torre. Mas no tempo em que andei no IO, o comportamento da Madre Paula era motivo para que não se pudesse falar dela.

10 fevereiro 2013

Convento de S. Dinis

Ontem deu na televisão um programa sobre as "Meninas de Odivelas". Revivi cinco anos da minha vida. Anos muito duros, que demoraram séculos a passar mas onde fiz amizades que perduram.
Aos 10 anos fui interna para o Instituto de Odivelas. O meu Pai era médico militar, nós éramos cinco irmãs e este colégio foi o escohido. Fiquei lá até ao final do 5º ano. Nesses cinco anos, como morávamos no Porto e o colégio era em Odivelas, só vinha a casa no Natal, na Páscoa e nas férias grandes.
Hoje olho para este edifício como o Convento de S. Dinis cuja construção teve início em 1295 por ordem de D. Dinis e que é Monumento Nacional desde 1910.

28 fevereiro 2010

De volta a casa

Quarta-feira Lisboa esperava-me com um céu carregado onde dançavam gaivotas.

O sempre lindo elevador de Santa Justa serviu-me de fundo para tomar uma bebida quente.

Lisboa foi uma passagem para um encontro, em Santa Cruz, de quase três dezenas de "mulheres valentes" que, em meninas, comigo entraram para o Instituto de Odivelas. É sempre tão bom revermo-nos. O tempo e a distância não beliscaram minimamente a nossa amizade de crianças. São dezenas de histórias de vida, muitas delas com precalços que todas enfrentaram e enfrentam com muita coragem, muita esperança e muita garra. A alegria e a amizade marcam sempre os nossos encontros. É bonito e gratificante (re)encontrar estas amigas de infância e... os dois próximos encontros já ficaram marcados. Até lá!

16 janeiro 2009

Torre da Madre Paula

O Instituto de Odivelas funciona no Mosteiro de S. Dinis cuja construção foi iniciada por Rei D. Dinis em 1295.

“O Mosteiro de S. Dinis, era de freiras bernardas, da Ordem de Cister. As residentes eram filhas da nobreza, que não casavam por não disporem de bens, quando a família não lhes atribuía um dote. Não estando prometidas em casamento a algum nobre, as raparigas recolhiam à sombra protectora dos mosteiros, enriquecidos com as doações dos reis e dos nobres, para aí levarem uma vida segura, em termos económicos.
A protecção das recolhidas do Mosteiro de Odivelas, era quebrada com as visitas dos reis a raparigas de seu agrado; quer D. Dinis, quer o rei D. João V frequentavam o convento, sendo que a célebre Madre Paula, era mãe de um dos filhos de D. João V.”

Claro que este assunto era tabu nos tempos em que eu por lá andei mas ouviam-se sempre uns zunzuns sobre a Madre Paula.
A fotografia, tirada no dia 12 de Dezembro, é da Torre da Madre Paula.

Para saber mais e ver mais fotografias, clicar aqui.

02 janeiro 2009

Na cozinha

Naquele tempo... havia três colégios para filhos de militares: o Colégio Militar e os Pupilos do Exército, para rapazes, e o Instituto de Odivelas, para raparigas. Em qualquer deles, os planos curriculares eram diferentes dos das escolas públicas.
No Instituto de Odivelas, além das disciplinas habituais, tínhamos puericultura, culinária, costura, bordados, música, canto coral e piano (facultativo).
A culinária era dada nesta zona: cozinha, copa e sala. Aqui preparávamos a refeição que depois comíamos na sala.
Só no dia 12 de Dezembro, 50 anos depois, é que tomei consciência da beleza dos azulejos que me rodearam tantas e tantas horas. Na chaminé, no remate das paredes, na bordadura das portas...

21 dezembro 2008

A sala do tecto bonito

À antiga "sala de jantar" do convento sempre chamámos sala do tecto bonito. A razão está à vista...

Pormenor do tecto.

Os cantos do tecto.

O elevador de pratos que ligava à cozinha.

Todos os azulejos da parede são lindos.

20 dezembro 2008

Foi descerrada

A placa comemorativa dos 50 anos de entrada no Instituto de Odivelas foi descerrada. Mais um momento emocionante do dia 12 de Dezembro.

19 dezembro 2008

Instituto de Odivelas


A cozinha do Convento continua linda.

18 dezembro 2008

Sala de aula

Foi nestas carteiras que eu estudei os cinco primeiros anos do liceu.
Passadas décadas voltei a visitar as salas de aula. Tudo rigorosamente na mesma. As meninas do Instituto de Odivelas continuam a sentar-se nestas carteiras.

17 dezembro 2008

Um dia no Instituto de Odivelas

Já não entrava no Instituto de Odivelas há décadas. Na sexta-feira, dia 12, entrei de novo neste convento onde estudei dos 10 aos 15 anos, em regime de internato.
O dia começou com chuva mas acabou por se compor, apesar do frio.
Tudo começou no Largo está que diferente mas onde surge o edifício que está na mesma.

As "meninas de Odivelas" que entraram naquela instituição em 1958, juntaram-se no Claustro Principal. Tudo na mesma, incluindo a torre.

Visitámos tudo. As salas de aula, os laboratórios, os balneários, as camaratas, a cantina, os quartos das vigilantes, a piscina (único local onde o progresso chegou e de que maneira!...)... Tudo mesmo.
Também fomos ao Claustro da Moura.

Foi um reencontro emocinante. A maioria de nós não se via desde que deixou o Instituto de Odivelas. Curioso que depois de nos "reconhecermos", a sensação foi a de amigas que não se vêm há meia dúzia de meses. Um dia que valeu mesmo a pena ser vivido.

Aqui deixo um pouco da beleza (um pouco abandonada, diga-se) daquele convento.

27 março 2007

Américo Tomás

Os portugueses consideraram Salazar como o maior português de sempre, com uma margem que não deixa qualquer dúvida. Eles lá sabem porquê... Pela minha parte (e para ser honesta) tenho que louvar o facto de Salazar nunca ter usado, nem deixado usar, os dinheiros dos meus impostos para proveito próprio. O mesmo não posso dizer dos políticos do pós 25 de Abril. Infelizmente... para mim, claro..
Mas deixemos o Primeiro-ministro que se deve estar a rir a bandeiras despregadas no túmulo para falar do Presidente da República da época.



Quando era uma adolescente, e enquanto aluna do Instituto de Odivelas, recebi, por duas vezes, das mãos de Américo Tomás o prémio de Bom Comportamento. Esta fotografia é a prova de uma delas.

Fui, portanto, uma menina bem comportada. Hoje, o trabalho é tanto que não tenho tempo para ser mal comportada... E Sócrates só me vai deixar reformar quando já não houver vontade para tal... Coisas da vida...

05 dezembro 2006

Instituto de Odivelas

Dos 10 aos 15 anos fui aluna do Instituto de Odivelas.

Lembranças boas, lembranças más, amizades que ficaram...

Visitando hoje a página do IO, senti-me privilegiada por ter vivido 5 anos no meio desta beleza. Vejam...

http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/allbrowsers/asp/default.asp?stage=1