Não simpatizo mesmo nada com o bastonário da Ordem dos Advogados. Mas o que ele veio dizer alto não é nem mais nem menos que aquilo que todos dizemos, que todos sabemos e que todos vemos. Nas autarquias, nas empresas onde são colocados os ex-ministros, nas obras públicas, e por aí fora. Só que a voz dele tem peso. O que me irrita é o desassossego com que os políticos ouviram as suas palavras. Como se fosse para eles uma novidade. Como se não fizessem a mínima ideia do que se passa. Um Governo que nos incentiva a “fazer queixa”, diz agora que é preciso que Marinho Pinto faça prova. Quando se mexe nos políticos, tudo é diferente. Até justifica reformas, como aconteceu com a da Justiça.
Correia de Campos continua a fazer os seus remendos da Saúde. Não é uma reforma porque ninguém conhece os objectivos, possivelmente nem o próprio Ministro. Os problemas graves sucedem-se mas como as vítimas não são políticos, é como se não existissem. São vítimas pontuais. Como se pode lidar assim com seres humanos com sentimentos, com família, com vida própria, com direitos e, ao fim do dia, deitar a cabeça na almofada e dormir.
Estofo de políticos…
"Dispomos de todas as possibilidades, da mais absoluta liberdade de escolha. Como num livro, onde cada letra permanece para sempre na página, a nossa consciência tem o direito de decidir o que quer ler e o que prefere deixar de parte." (Richard Bach)
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25 janeiro 2008
29 maio 2007
Em que país eu vivo?!
Tenho perguntado a mim mesma por que razão o processo Casa Pia desapareceu das notícias, nem digo desde quando. Afinal o Supremo Tribunal decidiu que há pedofilias e pedofilias. Depende...
Uma vergonha que nem comento. Apenas me entristece e me dá mais uma razão para ter vergonha de ser portuguesa.
Uma vergonha que nem comento. Apenas me entristece e me dá mais uma razão para ter vergonha de ser portuguesa.
27 fevereiro 2007
Em que país eu vivo?!
É o caso do Ministério da Justiça que não paga à Caixa Geral de Aposentações os descontos dos seus funcionários que pagam a factura não recebendo as pensões a tinham direito.
É a corrupção total nas autarquias, na Moderna, na Independente, no futebol, e por aí fora. E o que conhece é um milionésimo da lama em que vivemos.
Andamos a apertar o cinto (sempre os mesmos) há anos e anos e o que poupa ninguém sabe onde está…
O Governo faz tudo o que quer e diz que o faz por Portugal e pelos portugueses.
Ditadura por ditadura prefiro a do Salazar.
A minha gratidão eterna ao Salazar pelo facto de ter estado 40 anos no Governo e nunca se ter aproveitado, nem deixado ninguém aproveitar, do dinheiro dos meus impostos em proveito próprio. O mesmo não posso dizer dos políticos do pós 25 de Abril. Enquanto durou, viveram da pesada herança. Depois, passaram a viver do pouco que temos nos bolsos. É tão fácil ser milionário assim! E a quem é milionário, os aumentos dos impostos são uma gorjeta.
Definitivamente nasci no tempo ou no espaço errado.
Não perdoo ao D. Afonso Henriques o ter lutado contra a Mãe e, ainda por cima, ter ganho a Batalha de S. Mamede.
É a corrupção total nas autarquias, na Moderna, na Independente, no futebol, e por aí fora. E o que conhece é um milionésimo da lama em que vivemos.
Andamos a apertar o cinto (sempre os mesmos) há anos e anos e o que poupa ninguém sabe onde está…
O Governo faz tudo o que quer e diz que o faz por Portugal e pelos portugueses.
Ditadura por ditadura prefiro a do Salazar.
A minha gratidão eterna ao Salazar pelo facto de ter estado 40 anos no Governo e nunca se ter aproveitado, nem deixado ninguém aproveitar, do dinheiro dos meus impostos em proveito próprio. O mesmo não posso dizer dos políticos do pós 25 de Abril. Enquanto durou, viveram da pesada herança. Depois, passaram a viver do pouco que temos nos bolsos. É tão fácil ser milionário assim! E a quem é milionário, os aumentos dos impostos são uma gorjeta.
Definitivamente nasci no tempo ou no espaço errado.
Não perdoo ao D. Afonso Henriques o ter lutado contra a Mãe e, ainda por cima, ter ganho a Batalha de S. Mamede.
13 fevereiro 2007
Este ano pode acabar o défice!
Construção civil, obras públicas, agentes e clubes desportivos são os principais alvos, em 2007, da investigação das equipas de combate à fraude e evasão fiscal, disse ontem o director nacional da Polícia Judiciária. As autoridades vão dar também "especial atenção" a agentes que estão "fora do sistema". - diz hoje o DN.
Se em vez de nomes a investigação só usasse números para identificar os infractores nos processos a averiguar, era desta que acabava o défice.
Que pena isso não ser possível! Os impostos dos honestos diminuiam substancialmente.
Se em vez de nomes a investigação só usasse números para identificar os infractores nos processos a averiguar, era desta que acabava o défice.
Que pena isso não ser possível! Os impostos dos honestos diminuiam substancialmente.
21 janeiro 2007
OK
A Associação Sindical dos Juízes Portugueses veio à SIC esclerecer o que estava distorcido.
Assim corrijo uma das frases da postagem anterior "... um homem que não assume a paternidade de um filho e, passados dois anos e meio a vem reclamar, é um canalha".
Assim corrijo uma das frases da postagem anterior "... um homem que não assume a paternidade de um filho e, passados dois anos e meio a vem reclamar, é um canalha".
20 janeiro 2007
Preso por amar uma criança
A Associação Sindical dos Juízes Portugueses considera “inadmissível que as decisões judiciais sejam sujeitas ao escrutínio dos cidadãos”. Isto a propósito da decisão judicial de condenar à prisão o sargento Luís Gomes.
Mas com que direito esta Associação se imiscui na minha liberdade, enquanto ser pensante num país que se diz livre, de formular juízos de valor? Obviamente que o faço com os dados que me são disponibilizados. Se eles são distorcidos, a dita Associação que mos clarifique. Enquanto tal não fizer, continuarei a dizer que um homem que não assume a paternidade de um filho e, passados cinco anos a vem reclamar, é um canalha. Não merece sequer ver o ser a quem apenas deu um espermatozóide. Não poderia ter dado menos.
E continuarei a considerar que, até ao sujeitar-se a ser preso, o sargento Luís Gomes mostra como realmente é o pai daquela criança.
Sou dos assumem não acreditar na justiça portuguesa. Oxalá um dia possa alterar esta minha posição!
Mas com que direito esta Associação se imiscui na minha liberdade, enquanto ser pensante num país que se diz livre, de formular juízos de valor? Obviamente que o faço com os dados que me são disponibilizados. Se eles são distorcidos, a dita Associação que mos clarifique. Enquanto tal não fizer, continuarei a dizer que um homem que não assume a paternidade de um filho e, passados cinco anos a vem reclamar, é um canalha. Não merece sequer ver o ser a quem apenas deu um espermatozóide. Não poderia ter dado menos.
E continuarei a considerar que, até ao sujeitar-se a ser preso, o sargento Luís Gomes mostra como realmente é o pai daquela criança.
Sou dos assumem não acreditar na justiça portuguesa. Oxalá um dia possa alterar esta minha posição!
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