Mostrar mensagens com a etiqueta Justiça. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Justiça. Mostrar todas as mensagens

25 janeiro 2008

Desassossego

Não simpatizo mesmo nada com o bastonário da Ordem dos Advogados. Mas o que ele veio dizer alto não é nem mais nem menos que aquilo que todos dizemos, que todos sabemos e que todos vemos. Nas autarquias, nas empresas onde são colocados os ex-ministros, nas obras públicas, e por aí fora. Só que a voz dele tem peso. O que me irrita é o desassossego com que os políticos ouviram as suas palavras. Como se fosse para eles uma novidade. Como se não fizessem a mínima ideia do que se passa. Um Governo que nos incentiva a “fazer queixa”, diz agora que é preciso que Marinho Pinto faça prova. Quando se mexe nos políticos, tudo é diferente. Até justifica reformas, como aconteceu com a da Justiça.
Correia de Campos continua a fazer os seus remendos da Saúde. Não é uma reforma porque ninguém conhece os objectivos, possivelmente nem o próprio Ministro. Os problemas graves sucedem-se mas como as vítimas não são políticos, é como se não existissem. São vítimas pontuais. Como se pode lidar assim com seres humanos com sentimentos, com família, com vida própria, com direitos e, ao fim do dia, deitar a cabeça na almofada e dormir.
Estofo de políticos…

29 maio 2007

Em que país eu vivo?!

Tenho perguntado a mim mesma por que razão o processo Casa Pia desapareceu das notícias, nem digo desde quando. Afinal o Supremo Tribunal decidiu que há pedofilias e pedofilias. Depende...
Uma vergonha que nem comento. Apenas me entristece e me dá mais uma razão para ter vergonha de ser portuguesa.

27 fevereiro 2007

Em que país eu vivo?!

É o caso do Ministério da Justiça que não paga à Caixa Geral de Aposentações os descontos dos seus funcionários que pagam a factura não recebendo as pensões a tinham direito.
É a corrupção total nas autarquias, na Moderna, na Independente, no futebol, e por aí fora. E o que conhece é um milionésimo da lama em que vivemos.
Andamos a apertar o cinto (sempre os mesmos) há anos e anos e o que poupa ninguém sabe onde está…
O Governo faz tudo o que quer e diz que o faz por Portugal e pelos portugueses.
Ditadura por ditadura prefiro a do Salazar.
A minha gratidão eterna ao Salazar pelo facto de ter estado 40 anos no Governo e nunca se ter aproveitado, nem deixado ninguém aproveitar, do dinheiro dos meus impostos em proveito próprio. O mesmo não posso dizer dos políticos do pós 25 de Abril. Enquanto durou, viveram da pesada herança. Depois, passaram a viver do pouco que temos nos bolsos. É tão fácil ser milionário assim! E a quem é milionário, os aumentos dos impostos são uma gorjeta.
Definitivamente nasci no tempo ou no espaço errado.
Não perdoo ao D. Afonso Henriques o ter lutado contra a Mãe e, ainda por cima, ter ganho a Batalha de S. Mamede.

13 fevereiro 2007

Este ano pode acabar o défice!

Construção civil, obras públicas, agentes e clubes desportivos são os principais alvos, em 2007, da investigação das equipas de combate à fraude e evasão fiscal, disse ontem o director nacional da Polícia Judiciária. As autoridades vão dar também "especial atenção" a agentes que estão "fora do sistema". - diz hoje o DN.
Se em vez de nomes a investigação só usasse números para identificar os infractores nos processos a averiguar, era desta que acabava o défice.
Que pena isso não ser possível! Os impostos dos honestos diminuiam substancialmente.

21 janeiro 2007

OK

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses veio à SIC esclerecer o que estava distorcido.
Assim corrijo uma das frases da postagem anterior "... um homem que não assume a paternidade de um filho e, passados dois anos e meio a vem reclamar, é um canalha".

20 janeiro 2007

Preso por amar uma criança

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses considera “inadmissível que as decisões judiciais sejam sujeitas ao escrutínio dos cidadãos”. Isto a propósito da decisão judicial de condenar à prisão o sargento Luís Gomes.
Mas com que direito esta Associação se imiscui na minha liberdade, enquanto ser pensante num país que se diz livre, de formular juízos de valor? Obviamente que o faço com os dados que me são disponibilizados. Se eles são distorcidos, a dita Associação que mos clarifique. Enquanto tal não fizer, continuarei a dizer que um homem que não assume a paternidade de um filho e, passados cinco anos a vem reclamar, é um canalha. Não merece sequer ver o ser a quem apenas deu um espermatozóide. Não poderia ter dado menos.
E continuarei a considerar que, até ao sujeitar-se a ser preso, o sargento Luís Gomes mostra como realmente é o pai daquela criança.
Sou dos assumem não acreditar na justiça portuguesa. Oxalá um dia possa alterar esta minha posição!