Um elo, outro elo, e mais outro... e temos uma corrente. Esta, pela dimensão e peso dos elos, é indestrutível.
"Dispomos de todas as possibilidades, da mais absoluta liberdade de escolha. Como num livro, onde cada letra permanece para sempre na página, a nossa consciência tem o direito de decidir o que quer ler e o que prefere deixar de parte." (Richard Bach)
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06 maio 2013
03 maio 2013
Estas são de Museu
Estas redes já não vão à água. Estão ali, no Navio Museu Santo André, para podermos aprender, ou relembrar, o que era a vida dos pescadores do bacalhau. E para levarmos os nossos netos para verem, no novo aquário dos bacalhaus, que o bacalhau é um peixe como os outros e não aquele "triângulo" que se vendo no supermercado.
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Faina do bacalhau,
Navio Museu Santo André
01 maio 2013
Bem amarrado
Quantos homens aqui passaram meses de trabalho em péssimas condições para os portugueses terem bacalhau na mesa! E quantos não voltaram para o comer com a família?!
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