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04 agosto 2015

Penedono

O castelo medieval
As fontes documentais mais antigas mencionam esta área apenas à época da reconquista cristã da península Ibérica aos mouros, a propósito do repovoamento da região após a vitória das forças de Ramiro II de Leão na batalha de Simancas (939).
A defesa desta parte do território foi confiada a Rodrigo Tedoniz, marido de Leodegúndia (irmã de Mumadona Dias) com quem gerou D. Flâmula (ou Chamoa Rodrigues). Rodrigo viria a ser alcaide dos castelos do soberano e, nessa função, teria determinado a reedificação do Castelo de Penedono. Posteriormente, em 998 da Era Hispânica (960 da Era Cristã), Chamoa Rodrigues, achando-se gravemente enferma, fez-se conduzir ao Mosteiro de Guimarães, instituindo como testamenteira a sua tia Mumadona, com o encargo de dispor de seus bens para fins de beneficência. Entre eles, incluía-se uma série de castelos e respectivas gentes (penellas et populaturas) na fronteira da Beira Alta, entre os quais este, de Penela.

Pelourinho 
Imóvel de Interesse Público
Séc. XVI
Pelourinho, símbolo de autonomia municipal é do tipo gaiola estilizada, pormenor construtivo, pela elegância do galbo.
É composto por cinco degraus de granito, recorte em octógono servem de base ao alto fuste monolítico, prismático sobre que assenta o remate, constituído por oito colunelos, termina e pináculo fantasista. Um coruchéu cilíndrico rematado por grimpa de ferro sobrepuja a cúpula em calote semiesférico.