"Dispomos de todas as possibilidades, da mais absoluta liberdade de escolha. Como num livro, onde cada letra permanece para sempre na página, a nossa consciência tem o direito de decidir o que quer ler e o que prefere deixar de parte." (Richard Bach)
24 maio 2012
O melhor amigo do Homem
Este não fica caro em alimentação, não vai ao veterinário, não precisa de sair à rua para as suas necessidades, não ladra,... enfim... montes de vantagens. Ainda por cima é bonito e está muito bem enquadrado.
23 maio 2012
22 maio 2012
20 maio 2012
16 maio 2012
10 maio 2012
Allatantou
No dia 5 de Maio, a Allatantou actuou na estação do Metro do Bolhão. Uma amostra do muito que a Allatantou faz. parabéns a todos! Parabéns Joana!
Seiva Trupe
A sala, que é pequena, estava com meia dúzia de pessoas e os bilhetes custam 10,00 € e ainda se arranjam na internet a metade do preço.
À saída entregaram-me o papel que aqui está. Mesmo sem este papel eu recomendaria este espactáculo. Assim, faço-o com tristeza! Ao que chegou a cultura em Portugal! Têm que ser as Companhias a mendigar audiência!
Fiquei a pensar se valerá a pena subsidiar a cultura num país onde o povo não a quer...
08 maio 2012
A minha infância
Esta palmeira acompanhou-me durante a infância. Já na altura era tão grande que se impunha à minha pequenez.
Nesta casa, do meu avô paterno, passei momentos deliciosos que, apesar de muito longínquos,ninguém mos tira.
07 maio 2012
Momentos captados
Acho esta fotografia linda! Os meus pais, as quatro filhas já nascidas e o meu avô paterno, o avô de Fermentelos para não confundir com o da Silvã.
A minha irmã que aqui era a mais pequenina nasceu em Dezembro de 1951, pelo que esta fotografia deve ter sido tirada em 1952.
Nesses tempos ia-se ao fotógrafo tirar as fotografias que depois eram distribuidas pela família. Todos temos fotografias sépia nossas, dos irmãos, dos primos, dos avós, dos tios,...
Hoje vão a cores pelo telemóvel ou por mail. Também serve mas o suporte papel faz falta.
A minha irmã que aqui era a mais pequenina nasceu em Dezembro de 1951, pelo que esta fotografia deve ter sido tirada em 1952.
Nesses tempos ia-se ao fotógrafo tirar as fotografias que depois eram distribuidas pela família. Todos temos fotografias sépia nossas, dos irmãos, dos primos, dos avós, dos tios,...
Hoje vão a cores pelo telemóvel ou por mail. Também serve mas o suporte papel faz falta.
06 maio 2012
Mãe é...
É a primeira a sentir
O pulsar do nosso coração…
Mãe é vida…
Oferece-nos o seu bem
Mais precioso…
Mãe é dádiva.
Dá-nos sempre
O amor mais grandioso que há…
Mãe é amor…
Antes de se deitar
Aconchega-nos a roupa…
Mãe é calor.
Tem sempre aberto
Um colo protector…
Mãe é protecção…
Ensina-nos, ouve-nos,
Observa-nos, perdoa-nos…
Mãe é coração.
Ela está atenta, acompanha,
Aconselha…
Mãe é ternura…
Ela tem a palavra certa,
Quando a vida amarga…
Mãe é doçura.
Vive, como suas,
As nossas tristezas, as nossas dores…
Mãe é sofrimento…
Tem a porta do coração
Sempre aberta para nos acolher…
Mãe é acolhimento.
Quando a tristeza nos invade
Mostra-nos o seu sorriso…
Mãe é alegria…
Merece uma frase bonita
Uma quadra rimada…
Mãe é poesia.
GP
O pulsar do nosso coração…
Mãe é vida…
Oferece-nos o seu bem
Mais precioso…
Mãe é dádiva.
Dá-nos sempre
O amor mais grandioso que há…
Mãe é amor…
Antes de se deitar
Aconchega-nos a roupa…
Mãe é calor.
Tem sempre aberto
Um colo protector…
Mãe é protecção…
Ensina-nos, ouve-nos,
Observa-nos, perdoa-nos…
Mãe é coração.
Ela está atenta, acompanha,
Aconselha…
Mãe é ternura…
Ela tem a palavra certa,
Quando a vida amarga…
Mãe é doçura.
Vive, como suas,
As nossas tristezas, as nossas dores…
Mãe é sofrimento…
Tem a porta do coração
Sempre aberta para nos acolher…
Mãe é acolhimento.
Quando a tristeza nos invade
Mostra-nos o seu sorriso…
Mãe é alegria…
Merece uma frase bonita
Uma quadra rimada…
Mãe é poesia.
GP
02 maio 2012
30 abril 2012
Rendas de Bilros
Aprendi a fazer vários tipos de rendas, incluindo as frioleiras. Nunca fiz Rendas de Bilros embora seja uma arte artesanal que sempre me fascinou.
Tenho que ir com tempo a Vila do Conde ver o Museu das Rendas de Bilros já que é um dos principais ex-libris da terra.
28 abril 2012
Nau quinhentista
A nau portuguesa do século XVI era um navio redondo, com uma relação de 3:1 entre o comprimento e a largura máxima, três ou quatro cobertas, castelos de popa e de proa, com três e dois pavimentos, respectivamente, cuja arquitectura se integra perfeitamente no casco; arvorava três mastros, o grande e o traquete com pano redondo e o mezena com pano latino.
Mentes Geniais - Descobertas extraordinárias
Hoje fui, com um grupo de alunos da Universidade Sénior Florbela Espanca, visitar a Exposição "Mentes Geniais - Descobertas Extraordinárias" ao Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental de Vila do Conde.
Uma óptima viagem de Metro, um agradável passeio junto ao rio com um sol magnífico, um grupo extremamente interessado e atento, uma rapariga extremamente simpática a guiar-nos na visita. Em resumo - uma tarde em cheio.
Etiquetas:
Universidade Sénior Florbela Espanca,
Visita de Estudo
26 abril 2012
Parabéns
Parece que ainda ontem entrei nos "entas" e a minha filha mais velha já entra hoje.
Parabéns, Mónica!
25 abril 2012
24 abril 2012
Poema do fecho-eclair
Filipe
II tinha um colar de oiro,
tinha
um colar de oiro com pedras rubis.
Cingia
a cintura com cinto de oiro,
com
fivela de oiro,
olho
de perdiz.
Comia
num prato
de
prata lavrada
girafa
trufada,
rissóis
de serpente.
O
copo era um gomo
que
em flor desabrocha,
de
cristal de rocha
do
mais transparente.
Andava
nas salas
forradas
de Arrás,
com
panos por cima,
pela
frente e por trás.
Tapetes
flamengos,
combates
de galos,
alões
e podengos,
falcões
e cavalos.
Dormia
na cama
de
prata maciça
com
dossel de lhama
de
franja roliça.
Na
mesa do canto
vermelho
damasco,
e
a tíbia de um santo
guardada
num frasco.
Foi
dono da Terra,
foi
senhor do Mundo,
nada
lhe faltava,
Filipe
Segundo.
Tinha
oiro e prata,
pedras
nunca vistas,
safiras,
topázios,
rubis,
ametistas.
Tinha
tudo, tudo,
sem
peso nem conta,
bragas
de veludo,
peliças
de lontra.
Um
homem tão grande
tem
tudo o que quer.
O
que ele não tinha
era
um fecho-éclair.
António Gedeão
O Google lembrou-se hoje de Gideon Sundback, eu lembrei-me logo de António Gedeão
22 abril 2012
20 abril 2012
18 abril 2012
17 de Abril
O dia que acabou há pouco lembra-me o 17 de Abril de triste memória. Por que me lembro todos os anos?
15 abril 2012
Dietas que valem a pena
No sábado de Páscoa fui dar uma volta a Alcobaça. À entrada estava um outdoor onde se publicitava a Pastelaria Alcôa. A imagem com uns bolos apetitosos (cornucópias) aguçou-nos o apetite e lá fomos à procura da Alcôa. Aqueles balcões com amêndoas de todas as cores e feitios, bolos lindos baptizados com nomes igualmente lindos, deixou-nos sem saber o que comprar. Apetecia trazer uma meia dúzia de cada qualidade. Optámos por estes, que aconselho vivamente, embora a massa extremamente fina se torne bastante frágil para transportar.
Não posso deixar de salientar a simpatia e gentileza com que fomos atendidos. Dá gosto a sensação de amor ao que se faz que ali nos envolve. Pena que nem todas as lojas percebam que é assim que se cativam clientes.
Apetece cantar "Quem passa pela Alcôa, não passa sem lá voltar"...
Apetece cantar "Quem passa pela Alcôa, não passa sem lá voltar"...
13 abril 2012
Leixões ontem
Calhou estar perto quando se deu o acidente. Andei meia dúzia de passos e apanhei vários momentos como estes que aqui deixo. Realmente vivemos em cima de um barril de pólvora.
12 abril 2012
Danza Preparata
Ontem fui à Casa da Música ver esta Danza Preparata. Magnífico.
Quem perdeu esta oportunidade, pode ver este espectáculo no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, no dia 14 de Abril.
Por aí
Com os seus 3 quilómetros de areal, a bacia de S. Martinho do Porto, de forma elíptica e águas calmas, possui uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte.
Longe do mundo, perto do que é bom
O meu carro, que não trocava por um Porsche, levou-me para longe do mundo.
Uns verdes separavam-me do horizonte longínquo e que eu queria esbatido. Fugi de tudo, que não de todos. Foram uns dias de amena cavaqueira com gente querida, com boa comida, boa bebida e noites compridas onde só as cigarras tinham voz.
A boa vida é mesmo boa!
05 abril 2012
Que é feito do burro?
Qando eu vim morar aqui, do outro lado da larga rua em frente da sala, havia uma quinta. Um dia vieram as máquinas e com elas o meu medo que aquele terreno se transformasse num prédio alto. Felizmente apareceu apenas um comboio com seis moradias. Uma delas foi adquirida por alguém que teve a ideia peregrina de que eu falei aqui e que já serviu para apresentações da Neoturf.
Há já um tempo que não olhava para o burro mas ontem fui surpreendida com esta vista:
Que é feito do burro? Fugiu? Morreu? Ou foi à terra?
Há já um tempo que não olhava para o burro mas ontem fui surpreendida com esta vista:
Que é feito do burro? Fugiu? Morreu? Ou foi à terra?
Cor
A mancha colorida, que me encantou, é feita de pequenas flores que parece terem sido pintadas à mão.
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