28 fevereiro 2013

Para cima

O muro é muito alto mas ainda dá para apanhar a parte de cima desta árvore. As cores merecem. 

24 fevereiro 2013

22 fevereiro 2013

Da minha janela

A árvore que eu vejo sempre que abro a janela do quarto já esteve carregadinha de flores. A última chuvada, acompanhada de granizo, deixou os carros e os passeios cheios de pétalas.


Agora está outra vez cheia de flores mas como chove bem e está prevista muita chuva e vento, amanhã teremos de novo tudo coberto das pátalas rosa pálido.

17 fevereiro 2013

Claustro principal

 
Hoje eu apreciaria todos estes pormenores do Convento de S. Dinis. Com 10 anos, longe da família todo o tempo de aulas, nunca me apercebi do privilégio que foi viver cinco anos num Convento lindo com o este. Apenas me sentia a mais infeliz das pessoas. Foi mesmo uma violência,

12 fevereiro 2013

Cozinha do Convenro de S. Dinis (I)

 
É tão bom ver coisas bonitas e antigas conservadas como um tesouro!

11 fevereiro 2013

Madre Paula

 
No Caustro Pincipal do Instituto de Odivelas, está a Torre da Madre Paula, uma das amantes de D. João V de quem teve vários filhos. Quando eu lá andei dizia-se que ela se atirou desta torre. Mas no tempo em que andei no IO, o comportamento da Madre Paula era motivo para que não se pudesse falar dela.

10 fevereiro 2013

Exemplo de má gestão - parte I

Ver no destramar.

Convento de S. Dinis

Ontem deu na televisão um programa sobre as "Meninas de Odivelas". Revivi cinco anos da minha vida. Anos muito duros, que demoraram séculos a passar mas onde fiz amizades que perduram.
Aos 10 anos fui interna para o Instituto de Odivelas. O meu Pai era médico militar, nós éramos cinco irmãs e este colégio foi o escohido. Fiquei lá até ao final do 5º ano. Nesses cinco anos, como morávamos no Porto e o colégio era em Odivelas, só vinha a casa no Natal, na Páscoa e nas férias grandes.
Hoje olho para este edifício como o Convento de S. Dinis cuja construção teve início em 1295 por ordem de D. Dinis e que é Monumento Nacional desde 1910.

08 fevereiro 2013

Sombra


Já só falta vir o calor para abrir o guarda-sol e ver a sombra das folhas da palmeira. Que bom que é estar meia deitada na cadeira a ler um livro!

06 fevereiro 2013

Capela da Boa Nova


Esta capela conhecida actualmente como da “Boa-Nova” ou de “S. João da Boa-Nova” foi, em tempos, oratório de S. Clemente das Penhas, onde se instalaram os frades franciscanos no século XIV, conforme nos diz Frei Manuel da Esperança, membro da Ordem dos Frades Menores de São Francisco, da Observância, na Província de Portugal e seu cronista; havendo contudo registos precisos da sua existência já em 1369.
(ver mais aqui)

05 fevereiro 2013

Não é cobra...

... é mesmo uma raíz

03 fevereiro 2013

António Nobre


          O meu condado

Na praia lá da Boa Nova, um dia,
Edifiquei (foi esse o grande mal)
Alto castelo, o que é a fantasia,
Todo de lápis-lazúli e coral!

Naquelas redondezas não havia
Quem se gabasse dum domínio igual:
Oh, castelo tão alto! parecia
O território dum senhor feudal!

Um dia (não sei quando, nem sei donde)
Um vento seco de deserto e spleen
Deitou por terra, ao pó que tudo esconde,

O meu condado, o meu condado, sim!
Porque eu já fui um poderoso conde,
Naquela idade em que se é conde assim...

Porto, 1887
António Nobre

02 fevereiro 2013

António Nobre

António Nobre e as suas pupilas
António Nobre, apesar de nascido e morrido no Porto, está muito ligado a Matosinhos porque vivia em Leça da Palmeira durante os meses de Verão, o tempo suficiente para se enamorar do mar e desta terra, que, por sua vez, em cada canto lhe presta homenagem.
As esculturas em sua homenagem, o seu jazigo no cemitério local, sempre enfeitado pelo povo anónimo, ou a Rua dos Dois Amigos (António Nobre e Alberto d'Oliveira), ou a Rua Fresca que é uma das artérias mais ligadas às estadias do poeta são outros dos testemunhos que Leça lhe devota.

01 fevereiro 2013

O meu mar

 
Estou cheia de dias em é noite todo o dia e toda a noite. Quando se poderá passear junto ao mar com dia mesmo? Com sol até?