29 agosto 2014

Marco miliário

 Dentro da cerca do solar de Bertiandos eleva-se um velho marco miliário romano, do século III, que na segunda metade do século XVIII serviu de pelourinho (adornado de um capitel e de uma cruz de ferro), enquanto durou o breve concelho de Bertiandos.
 

27 agosto 2014

Capela de Tormes

Uma simples e bonita entrada principal, com o número 170, e uma  singela e linda porta lateral rodeada de heras na Capela da Casa de Tormes.

26 agosto 2014

Verão para Dezembro?

12 de Agosto
 26 de Agosto

22 agosto 2014

20 agosto 2014

Coreto

Adoro coretos e só lamento que não haja bandas para tocar neles. Este é em Tavira e está engalanado por causa das festas.

19 agosto 2014

Há árvores e árvores...

... esta é nas Caldas da Rainha.
 
(para mim todos os dias são dias mundiais da fotografia)

18 agosto 2014

Japoneira de peso

 No Solar de Bertiandos existe esta enorme e bonita japoneira. Quantos anos terá?

16 agosto 2014

Solar de Bertiandos

O Solar de Bertiandos é um importante solar minhoto, situado na freguesia de Bertiandos, concelho de Ponte de Lima. É formado por dois corpos, em cada lado de uma torre do século XVI, sendo um deles mais antigo, com pedra de armas. A construção revela características maneiristas, apresentando uma imponente e nobre escadaria exterior. Já o seu interior revela o gosto setecentista, possuindo um rico espólio, nomeadamente na biblioteca. O conjunto arquitectónico é composto ainda por uma capela do século XVIII.
A fundação do solar remonta ao século XV e à família dos Pereiras. Em 1566 a viúva de D. Lopo Pereira, D. Inês Pinto, a quem se deve a construção da torre, instituiu no solar dois vínculos independentes: um, no corpo oriental do palácio de então, destinando ao filho mais velho; o outro, no corpo ocidental e na torre, entregue ao filho segundo. Os dois irmãos vieram depois a zangar-se, e durante mais de dois séculos os seus descendentes viveram sem contactos, realizando obras, como entenderam, nas partes respectivas do palácio.
Parece ser da primeira metade do século XVIII o edifício do lado poente, caracterizado pela sua estrutura horizontal e simétrica em que dois corpos com alpendres, de colunas maneiristas, flanqueiam o corpo central e brasonado, de duas janelas muito simples e balcão de grades de ferro. No piso inferior há um arco redondo sob cada um dos alpendres (arcos que dão para entradas do prédio), como há, sob o balcão do corpo central, dois arcos abatidos que abrigam janelas das lojas.
O edifício erguido a nascente é mais monumental e posterior, talvez do terceiro quartel de setecentos, mas de uma arquitectura também regional, sóbria e arcaizante. Na sua fachada nobre corre ao meio uma varanda de sete colunas toscanas debruada, em cima, por uma faixa transversal de ornatos salientes e, em baixo, pelas aberturas de uma porta e janelas. Dois torreões quadrangulares vigiam esta fachada, um em cada extremidade dela, com janelas nos muros e pirâmides nos telhados. É harmónico cada um dos edifícios, conjugando-se bem um em relação ao outro - mais baixo e recuado o do lado oeste. A torre quinhentista liga-os, ao fundo, recortada de merlões chanfrados.
Em 1792 as famílias desavindas das duas casas fizeram as pazes e uniram-se através de um casamento. A entrada principal passou a ser a escadaria do edifício de nascente, escadaria que se apoia numa arcada e se encosta a uma parede do torreão ocidental. Nesse mesmo torreão desperta curiosidade, numa das janelas do terceiro piso, a armação furada de seteiras posta no século XIX para defesa de eventuais salteadores.
Contrariamente ao que, em geral, sucede nas antigas residências senhoriais da Ribeira Lima, o Palácio de Bertiandos alberga nos seus aposentos um excelente espólio dos séculos XVII-XIX, no qual se contam peças de mobiliário e de armaria, pinturas, tapetes e louças. Magnífica é a livraria, com volumes e manuscritos antigos, a maioria conservando as encadernações primitivas. Na capela, construída no séculos XVIII na retaguarda do solar, vêem-se painéis de azulejos setecentistas de temas religiosos, alguns oriundos do demolido convento de Vale de Pereiras, de Arcozelo, também no concelho de Ponte de Lima, dentre outros, diversos elementos de valor artístico.
O pátio fronteiro aos dois edifícios do século XVIII chegava, antes de a estrada o cortar, até ao rio Lima. Já fora da actual cerca do solar, ainda se mantém de pé um pombal de setecentos. E dentro da cerca eleva-se um velho marco miliário romano, do século III, que na segunda metade do século XVIII serviu de pelourinho (adornado de um capitel e de uma cruz de ferro), enquanto durou o breve concelho de Bertiandos.

15 agosto 2014

Museu dos Terceiros

O Museu dos terceiros surgiu na década de setenta do século passado após a realização de obras de restauro na Matriz de Ponte de Lima e da consequente falta de espaço para colocação do valioso espólio de arte sacra. Foi então criado o Instituto Limiano, associação cultural sem fins lucrativos, em Janeiro de 1975, que viria a ter a sua sede no conjunto arquitectónico constituído pelo extinto convento de Santo António dos Frades e pela igreja e instalações anexas da Ordem Terceira de S. Francisco e designado por Museu dos Terceiros.
O valioso conjunto arquitectónico, constituído por duas igrejas, alas de apoio (Ante Sacristias, Sacristias, Salas de Lavabo), claustro, quintal e jardim, foi alvo de várias intervenções desde a fundação do convento, no século XV, até ao século XX. Nos edifícios contrasta a arte medieval e a sobriedade monacal com o barroco da Ordem Terceira de S. Francisco.

14 agosto 2014

Rosa e azul

Cosmos bipinnatus
Thunbergia erecta 

13 agosto 2014

11 agosto 2014

No Parque da Cidade...

... esta rosa cruzou-se comigo.

10 agosto 2014

Lampião Grandalhão

A equipa austríaca que elaborou este jardim para o Festival internacional de Jardins de Ponte de Lima, utilizou como símbolo universal da festa, o lampião. Lampiões enormes, coloridos e todos com surpresa dentro: o lampião discoteca, o lampião escorrega,…

09 agosto 2014

Mesa do arroz de favas

"E pousou sobre a mesa uma travessa a transbordar de arroz com favas. Que desconsolo! Jacinto, em Paris, sempre abominara favas! ... Tentou todavia uma garfada tímida – e de novo aqueles seus olhos, que pessimismo enevoara, luziram, procurando os meus. Outra larga garfada, concentrada, com uma lentidão de frade que se regala. Depois um brado:
– óptimo!... Ah, destas favas, sim! Oh que fava! Que delícia!"  

(de A Cidade e as Serras)

Foi nesta a mesa, na casa de Tormes, que foi servido o arroz de favas de que Eça de Queirós fala em "A Cidade e as Serras".

08 agosto 2014

Cebolinho

O cebolinho deu flor! Nunca tal vi! Para quem, como eu, nunca viu a flor do cebolinho, aqui a deixo.

07 agosto 2014

O Amor e o Tempo

Um bonito poema de António Feijó (Ponte de Lima, 1 de Junho de 1859 - Estocolmo, 20 de Junho de 1917) numa linda fonte situada em frente aos paços do Concelho da maravilhosa Ponte de Lima.

06 agosto 2014

Parabéns

 Faz hoje nove anos que o Rodrigo e o Gonçalo nasceram. Parabéns aos dois, à Patrícia e ao Paulo, que são pais babados e a mim que sou avó... e madrinha.

05 agosto 2014

Brutus e o seu exército nas margens do Lima

Reza a lenda que na mitologia grega existiria um rio, responsável pelo esquecimento total das memórias de todos os que bebessem das sua águas.
A sua localização é contraditória, algumas versões dizem que o Lethes se encontrava nos Campos Elísios, onde os seus habitantes ficariam no paraíso durante 1000 anos até se apagar tudo de terreno neles, depois disto bebiam as águas do Lethes, esquecendo toda a sua vida reencarnando em animais. O rio Lima nasce em Espanha, na província de Ourense, dando aí nome à cidade de Xinzo de limia e desagua na cidade portuguesa de viana do castelo, fazendo uma passagem pelos concelhos de Ponte da Barca e de Ponte de Lima.
Segundo a lenda, o Rio Lethes possuía o poder de enfeitiçar todos os que o ousassem olhar através da beleza de que este era dono.
Em 135 aC, Décios Junos Brutos, comandando o seu exército de romanos atingiram as margens espanholas do Rio Lima, a caminho das suas conquistas em Terras lusas, contudo a beleza do lugar e do rio apavoraram os soldados, fazendo-os acreditar que se tratava do Rio Lethes, e apesar das ordens do seu comandante para atravessar o rio, os soldados não arredavam pé do lugar, e então o comandante para provar que era um rio normal, decidiu ser o primeiro a atravessá-lo levando consigo unicamente o estandarte das águias de Roma. Chegando à outra margem, virou-se para os seus soldados dizendo que não se tinha esquecido de nada, provando-o dizendo o nome de cada soldado, e assim feito os soldados decidiram-se a atravessar o Rio Lima.

04 agosto 2014

Ponte romana sobre o Lima

"A ponte, que deu nome a esta nobre terra, adquiriu sempre uma importância de grande significado em todo o Alto Minho, atendendo a ser a única passagem segura do Rio Lima, em toda a sua extensão, até aos finais da Idade Média. A primitiva foi construída pelos romanos, da qual ainda resta um troço significativo na margem direita do Lima, sendo a medieval um marco notável da arquitetura, havendo muito poucos exemplos que se lhe comparem na altivez, beleza e equilíbrio do seu todo. Referência obrigatória em roteiros, guias e mapas, muitos deles antigos, que descrevem a passagem por ela de milhares de peregrinos que demandavam a Santiago de Compostela e que ainda nos dias de hoje a transpõem com a mesma finalidade."

03 agosto 2014

02 agosto 2014

A Alegria do circo faz a festa no jardim

Na festa do 10º aniversário do Festival Internacional de jardins de Ponte de Lima, esta equipa brasileira trouxe o circo com um palhaço risonho, uma foca brincalhona, doces, plantas e muita, muita cor.

01 agosto 2014

Pérgola de Fogo-de-artifício

O grupo italiano responsável por este jardim do Festival de Jardins de Ponte de Lima, centra-se no elemento principal de todas as celebrações - o fogo-de-artifício. No jardim estão representados três fogos-de-artifício construídos por arcos metálicos por onde sobem trepadeiras e onde se encontram bolas coloridas criando um jogo colorido de luz e de contrastes.