...na época da frutificação.
"Dispomos de todas as possibilidades, da mais absoluta liberdade de escolha. Como num livro, onde cada letra permanece para sempre na página, a nossa consciência tem o direito de decidir o que quer ler e o que prefere deixar de parte." (Richard Bach)
Mostrar mensagens com a etiqueta Serralves. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Serralves. Mostrar todas as mensagens
21 novembro 2015
20 novembro 2015
04 outubro 2015
03 setembro 2015
Castanheiro-da-índia
O Castanheiro-da-índia é originário do Este da
Europa, mais concretamente noroeste da Grécia, centro e sul da Albânia e
Bulgária. É uma árvore frondosa, de folha caduca. O tronco é direito, com
casca inicialmente acinzentada e mais ou menos lisa, escurecendo e
fendendo-se em placas de contorno irregular mais tarde. Fica lindíssimo,
como se pode ver na fotografia.
Em Portugal é cultivado como ornamental.
O nome castanheiro-da-Índia induz em dois erros.
Designa-se por castanheiro porque as sementes se parecem com os frutos do
verdadeiro castanheiro. Mas além de serem sementes e não frutos, também não são
comestíveis, a não ser pelos animais domésticos e selvagens. Por outro lado não
é nativo da Índia, como a designação vulgar parece indicar. Este
engano deve ser muito antigo. Provavelmente resultou do facto de Matthioli
“Físico” (médico do Imperador Maximiliano II), ter publicado em 1565, pela
primeira vez, um desenho do castanheiro-da-Índia, após ter recebido muitos
frutos que lhe haviam sido enviados por Ogier Van Boesbeck, embaixador de
Carlos V em Constantinopla (Istambul). Como a Turquia é em parte Asiática, daí
talvez a confusão e considerarem a planta originária do Oriente (Índia).
Matthioli utilizou o restritivo hippocastanum, de origem grega e que
significa castanha dos cavalos, visto que a encomenda dos ramos e frutos
continha também a informação que os turcos davam os frutos aos cavalos para
lhes conferirem mais força. Realmente as sementes eram utilizadas para curarem
afecções pulmonares dos cavalos.
Nesta altura a árvore estava a frutificar mas a maturação
do fruto é em Setembro.
02 setembro 2015
Cedro do Líbano
O Cedro do Líbano tem origem na Ásia ocidental e sudeste
da Europa, sendo natural do Líbano, Síria e Turquia. É uma árvore de grande porte podendo atingir os 40 m de
altura e tem folhagem perene. As folhas (agulhas) são rígidas, de cor verde
escura. Os frutos, são pinhas que abrem na maturação, desprendendo-se as
escamas frutíferas que abrem para dispersar as sementes aladas ao longo do Inverno.
Na imagem a árvore está a frutificar. A maturação do fruto é em Junho. É uma
árvore de grande longevidade, podendo viver durante séculos.
29 agosto 2015
Cedro do Atlas de agulhas azuis
28 agosto 2015
Há luz no Parque
Para lembrar o ano internacional da luz, Serralves teve a excelente ideia de abrir o Parque das 21 h às 24 h, apenas com a iluminação dos caminhos e das árvores emblemáticas. A actividade chamava-as simplesmente, "Há luz no Parque".
Fiz uma visita guiada e uma visita livre. Qualquer coisa de mágico. Um silêncio só cortado pelo voo dos morcegos, o roçagar das folhas das árvores e o barulho dos pés no chão. Impressionante como, naquele ambiente, estamos alerta para os aromas e aos fenómenos da reflexão. Coisas que nos passam despercebidas durante o dia.
Duas visitas inesquecíveis de que fica aqui um registo.
Fiz uma visita guiada e uma visita livre. Qualquer coisa de mágico. Um silêncio só cortado pelo voo dos morcegos, o roçagar das folhas das árvores e o barulho dos pés no chão. Impressionante como, naquele ambiente, estamos alerta para os aromas e aos fenómenos da reflexão. Coisas que nos passam despercebidas durante o dia.
Duas visitas inesquecíveis de que fica aqui um registo.
16 agosto 2015
Albizia julibrissin
A albízia é uma árvore ornamental de rápido crescimento,
de folha caduca, que resiste bem ao frio apresentando uma floração muito
decorativa e uma fragrância delicada. As flores apresentam uma textura de seda,
parecendo um monte de pelinhos róseos e brancos, com formato de pompom. A sua
floração ocorre na Primavera e Verão. Quando envelhecem tornam-se susceptíveis
a algumas doenças, sendo que a duração útil da albízia é de 10 a 20 anos. Mas
felizmente podem crescer até 0,9 metros por ano, recompensando o replantio. Por
ter uma copa arejada, não prejudica o gramado, deixando passar a luz do sol.
Necessita de sol para seu desenvolvimento e regas
regulares para um melhor crescimento e florescimento. Tolerante ao sombreamento
parcial e a estiagem não muito prolongada.
Introduzida na Europa apenas no séc. XVIII, a sua
nomenclatura deve-se ao botânico italiano Antonio Durazinni que adoptou na sua
nomenclatura o nome do introdutor da espécie na Europa, o naturalista amador
Filippo degli Albizzi, que a trouxe da capital do império Otomano em 1745 e
"julibrissin", o designativo da espécie, deriva do seu nome persa
“Abrisham Gul-i”: flores ("Gul") e "Abrisham" ("de
seda ") – “árvore de flores de seda” é uma tradução possível.
13 agosto 2015
Duas oliveiras especiais
Oliveira oferecida ao Parque de Serralves. Tem cerca de 1500 anos e veio, com todo o cuidado, do Alentejo. Tem um lugar especial no Parque e está rodeada de urze e rosmaninho. O tronco é uma verdadeira escultura.
Oliveira que existe em Sernancelhe e que foi podada de modo a ficar muito fora do vulgar. Está num jardim particular mas pude fotografá-la através do gradeamento que encima do muro.
Oliveira que existe em Sernancelhe e que foi podada de modo a ficar muito fora do vulgar. Está num jardim particular mas pude fotografá-la através do gradeamento que encima do muro.
25 julho 2015
19 julho 2015
Uma tramazeira de Serralves
O que eu aprendi numa visita guiada por Serralves para ver as árvores a frutificar! Não fazia a mínima ideia que havia uma árvore chamada tramazeira.
É uma espécie que existe na Ásia e em quase toda a Europa mas, no sul da Europa, só aparece em locais de elevadas altitudes. Em Portugal só se encontra no centro e norte do país (Serra do Gerês, Serra da Estrela e Serra da Lousã). E em Serralves, claro.
É uma espécie que existe na Ásia e em quase toda a Europa mas, no sul da Europa, só aparece em locais de elevadas altitudes. Em Portugal só se encontra no centro e norte do país (Serra do Gerês, Serra da Estrela e Serra da Lousã). E em Serralves, claro.
06 julho 2015
Jazz no Parque
Começou ontem a 24ª edição do Jazz no Parque em Serralves. E começou com o I.OVERDRIVE TRIO com:
Remi Gaudiallat no trompete,
Phillipe Gordiani na guitarra eléctrica e
Bruno Tocanne na bateria. Um excelente fim de tarde.
(considerando que estava longe e cheia de cabeças à frente, as fotografias até nem estão muito más)
Remi Gaudiallat no trompete,
Phillipe Gordiani na guitarra eléctrica e
Bruno Tocanne na bateria. Um excelente fim de tarde.
(considerando que estava longe e cheia de cabeças à frente, as fotografias até nem estão muito más)
28 julho 2013
Jazz no Parque
Em cima o céu azul onde o sol caminhava lentamente para a esquerda e as nuvens caminhavam apressadas para a direita. Por todo o lado o verde de Serralves e em frente Carlos Bica & Azul encerraram a 22ª edição de Jazz no Parque. Para o ano há mais.
08 dezembro 2012
26 novembro 2012
16 novembro 2012
12 novembro 2012
17 junho 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)