30 junho 2014

A Fortaleza de Cacela Velha

 
A fortaleza de Cacela foi local estratégico de vigilância da costa algarvia e porto de abrigo, integrado no circuito marítimo entre Algeciras e a costa atlântica, até Lisboa. Em caso de ataque de corsários ou piratas, tocava o sino a rebate, avisando do perigo os moradores das quintas e fazendas. Estes acolhiam-se à fortaleza para, em conjunto das tropas ali aquarteladas, preparar a defesa.

Na época islâmica, esta povoação era designada “Cacetalate Derrague”. Deve o seu nome à família berbere Darrag Alcacetali. Abú Omar ibn Darrag nasceu em Cacela em 958, foi secretário da chancelaria do califado de Córdova, tornando-se famoso como poeta da corte de Almançor. Durante a conquista almóada do Gabh al-Andalus, em 1168, as tropas de Cide Abú Iacube, filho de Abde Almunime, estiveram estacionadas neste lugar e atacaram Tavira por terra e por mar.

O forte de Cacela passou para o domínio cristão em 1240. O rei D. Sancho I doou-o, assim como Ayamonte, à Ordem de Santiago, como prémio pela bravura demonstrada na conquista do Algarve “aos mouros”. Partindo de Cacela, D. Paio Peres Correia, comendador da Ordem, ajudou os monarcas, Dom Sancho II de Portugal, na conquista de Silves, Tavira, Loulé e Aljezur. E Dom Fernando de Castela, na conquista de Murcia, Jaén e Sevilha.

O terramoto de 1755 destruiu o forte de Cacela. Foi reedificado no reinado de Dona Maria I, em 1794, por iniciativa do governador do Algarve, como se pode ver na lápide colocada sobre a entrada.

Actualmente, a Brigada da Guarda Nacional Republicana continua a assegurar a missão para a qual o forte foi construído, a vigilância da costa algarvia.

29 junho 2014

Saudade

O meu Pai faria hoje 96 anos.

Cacela Velha

 Uma terra muito pequenina mas de uma beleza espectacular.

25 junho 2014

Pôr do sol

Ontem estava um pôr do sol maravilhoso na Praia da Lota da Manta Rota. Pelo tamanho da minha sombra se pode ver como o sol estava mesmo a deitar-se. Hoje as nuvens deram tréguas...

24 junho 2014

 Na lareira da casa de Tormes não falta nada; o típico fogão a lenha, a lenha, a cafeteira de ferro e o candeeiro a petróleo. Ainda utilizei tudo isto quando, em miúda, ia nas férias para casa dos meus avós maternos, numa aldeia perto de Viseu. E o que eu gostava de lá estar!

21 junho 2014

O Douro

 Para terem sido tiradas da camioneta em andamento, nem estão mal.
De Tormes para a Régua.

20 junho 2014

Miradouro de S. Leonardo de Galafura

S. Leonardo de Galafura, 8 de Abril de 1977
«O Doiro sublimado. O prodígio de uma paisagem que deixa de o ser à força de se desmedir. Não é um panorama que os olhos contemplam: é um excesso de natureza. Socalcos que são passados de homens titânicos a subir as encostas, volumes, cores e modulações que nenhum escultor pintou ou músico podem traduzir, horizontes dilatados para além dos limiares plausíveis de visão. Um universo virginal, como se tivesse acabado de nascer, e já eterno pela harmonia, pela serenidade, pelo silêncio que nem o rio se atreve a quebrar, ora a sumir-se furtivo por detrás dos montes, ora pasmado lá no fundo a reflectir o seu próprio assombro. Um poema geológico. A beleza absoluta».
Miguel Torga in “Diário XII”

Cor em fundo verde

 Na Casa de Tormes há flores lindas a contrastar com o fundo verde.

14 junho 2014

Fundação Eça de Queirós

 Um dia de calor abrasador foi o que nos calhou para a visita ao Douro...
Mas valeu a pena.

11 junho 2014

Flores perdidas

 Passeando pelo Parque da Cidade cruzamo-nos, de quando em vez, com flores perdidas.

09 junho 2014

Luxo para alguns

Viver nestas moradias voltadas para o Parque da Cidade é luxo só para alguns!

08 junho 2014

A Anémona vista do Parque da Cidade

"A Praça Cidade S. Salvador, em Matosinhos, possui uma das mais belas rotundas do país, com uma escultura da norte-americana Janet Echelman.
No princípio quiseram chamar-lhe "She Changes". Também houve quem lhe chamasse "She Moves". A ideia seria sempre a mesma. Quem olha para a imponente escultura concebida no âmbito do Programa Polis pela artista norte-americana Janet Echelman para a Praça Cidade S. Salvador, em Matosinhos, fica de imediato preso à ideia de movimento e rendido às intermináveis e sempre surpreendentes coreografias provocadas pelo vento que passa.
Echelman apostou na criação do factor surpresa, implícito na constatação de que é uma escultura virtualmente diferente em cada minuto.
Dedicada aos pescadores de Matosinhos, foi da comunidade local que emergiu a designação que agora todos usam e para sempre identificará aquele objecto singular: Anémona. Foram-se as expressões inglesas, ficou a força de uma designação também ela capaz de remeter para a ideia de um movimento inconstante, fluído e elástico.
Inaugurada em Dezembro de 2004, a Anémona finalizava o projecto de requalificação urbana e de valorização ambiental da marginal de Matosinhos."

06 junho 2014

Parque da Cidade

Hoje esta relva estará cheia de gente e o banco não estará vazio...

04 junho 2014

Nos Primavera Sound

Ontem o Parque da Cidade está em grande azáfama. Afinal amanhã começa o Nos Primavera Sound.
Não acredito que haja qualquer outro festival de música que se realize num local como este. Um luxo de verde com o mar azul ao lado.
Isto, só no Porto.

03 junho 2014

Praça Carlos Alberto

 A baixa do Porto está a renascer. Para quem, como eu, já viu a baixa do Porto completamente degradada, abandonada, sem gente, é uma alegria ver bares, restaurantes, cafés, ... a aparecer um pouco por todo o lado. E, à noite, lá está a juventude portuguesa, e muita espanhola, a usufruir destes espaços deliciosos.
Ontem fui ao Teatro Carlos Alberto. Mesmo em frente um prédio restaurado com um bar e a sua esplanada onde antes havia carros estacionados. Na Praça Carlos Alberto, na Praça de Lisboa, na Praça Filipa de Lencastre e nas ruas desta zona, agora dá gosto passar à noite. E eu passo bastantes vezes por aqui quando vou a espectáculos ao Carlos Alberto ou ao Mosteiro de São Bento da Vitória.
Haja coisas boas para saborearmos!...