24 agosto 2013

Homenagem a Rem Koolhaas

"O projecto Casa da Música foi definido em 1999, como resultado de um concurso internacional de arquitectura que escolheu a solução apresentada por Rem Koolhaas - Office for Metropolitan Architecture. As escavações iniciaram-se ainda em 1999, no espaço da antiga Remise do Porto na Rotunda da Boavista, e a Casa da Música foi inaugurada na primavera de 2005, no dia 15 de Abril.

Concebida para ser a casa de todas as músicas, integra-se no processo de renovação urbana da cidade e numa rede de equipamentos culturais à escala metropolitana e mundial. É uma instituição que acolhe um projecto cultural inovador e abrangente e que assume a dinamização do meio musical nacional e internacional, nas mais variadas áreas, da clássica ao jazz, do fado à electrónica, da grande produção internacional aos projectos mais experimentais.

Para além de concertos, recitais e performances, a Casa da Música promove encontros de músicos e musicólogos, investindo na procura das origens da música portuguesa e apostando fortemente no seu papel de elemento nuclear na educação musical. Define-se também enquanto plataforma cultural aberta a cruzamentos entre a música e outras áreas de criação artística e de conhecimento, um espaço aberto a todos os públicos e a todos os criadores."


Fiz mais uma visita guiada à Casa da Música desta vez para levar lá as minhas sobrinhas que moram em Setúbal e vieram passar uns dias ao Porto. Cada visita é, para mim, uma descoberta nova conforme o orientador da visita: desta vez foi um arquitecto. Não me canso de a ver e lá ir assistir a concertos. Por alguma razão ela é uma das três melhores salas de Música do mundo... segundo Renz van Luxemburg, um dos maiores técnicos em acústica, falecido no início de 2012.

2 comentários:

Mona Lisa disse...

Apesar de ser um ícone da cidade do Porto não aprecio a sua arquitectura.

No entanto, o importante é ser uma das três melhores salas de Música do mundo.

Beijinhos.



Graça Pimentel disse...

Mona Lisa
De princípio eu também não apreciei a arquitectura nem a integração na Rotunda da Boavista. Com as visitas guiadas e a frequência continuada a este espaço, acabei por me render. Como sala de música, não se pode pedir melhor e a explicação dos porquês de tudo quanto ali se fez acaba por nos fazer apreciar o conjunto de outra maneira.
Fazer uma visita guiada, pelo menos, é imprescindível.

beijinho