"Dispomos de todas as possibilidades, da mais absoluta liberdade de escolha. Como num livro, onde cada letra permanece para sempre na página, a nossa consciência tem o direito de decidir o que quer ler e o que prefere deixar de parte." (Richard Bach)
18 maio 2007
17 maio 2007
16 maio 2007
15 maio 2007
Onde estive hoje?
Fui à cerimónia de abertura da Feira de Orientação Profissional de Barcelos. Gostei imenso de ver um grupo de alunos da Academia de Música de Barcelos a tocar. Gostei imenso de ouvir outro grupo da mesma Academia cantar. Adorei ver um grupo de pequenotes do 1º e 2º ano do primeiro ciclo a cantar em Inglês. Enfim, gostei de ver tudo o que se faz no Concelho pela educação e formação dos jovens e adultos.
Fui recebida por pessoas simpáticas e hospitaleiras (ou não estivesse no Minho!) que me mostraram muito do que de bonito Barcelos tem e me proporcionaram uma visita ao passado, ao tempo em que a minha vida profissional ali me levava todos os dias.
No fim da visita, a Escola de Tecnologia e Gestão de Barcelos, ofereceu-me uma peça de artesanato da região. Este galo, feito pelo Vitor Baraça, que parece pequenino mas é enorme. O meu agradecimento à ETGB.
Hei-de voltar lá com tempo para tirar umas fotografias.
14 maio 2007
Ternura
Puxo sobre os teus ombros o lençol
que é feito de ternura amarrotada,
da frescura que vem depois do Sol,
quando depois do Sol não vem mais nada...
Olho a roupa no chão: que tempestade!
Há restos de ternura pelo meio
como vultos perdidos na cidade
em que uma tempestade sobreveio...
Começas a vestir-te lentamente,
e é ternura também que vou vestindo
para enfrentar lá fora aquela gente
que da nossa ternura anda sorrindo...
Mas ninguém sonha a pressa com que nós
a despimos assim que estamos sós!
que é feito de ternura amarrotada,
da frescura que vem depois do Sol,
quando depois do Sol não vem mais nada...
Olho a roupa no chão: que tempestade!
Há restos de ternura pelo meio
como vultos perdidos na cidade
em que uma tempestade sobreveio...
Começas a vestir-te lentamente,
e é ternura também que vou vestindo
para enfrentar lá fora aquela gente
que da nossa ternura anda sorrindo...
Mas ninguém sonha a pressa com que nós
a despimos assim que estamos sós!
David Mourão-Ferreira
12 maio 2007
Parade de grues
11 maio 2007
Coimbra
É imperdoável que uma pessoa que gosta de livros, não conheça esta Biblioteca (isto é para a tinta-azul marcar o dia da ida lá)
09 maio 2007
Pontes
Um pouco de duas pontes. Em primeiro plano a Ponte do Freixo e, em segundo plano, a Ponte de S. João.
08 maio 2007
Parabéns
Há quem diga que não se oferecem flores aos homens. Eu discordo. Há homens que merecem e gostam que se lhes dê uma flor. Esta ofereço-a ao meu cunhado que faz hoje anos e que está cheio de garra para aproveitar cada dia da vida.
06 maio 2007
Minho maravilhoso...
Eu estive no paraíso, junto destas flores campestres que nasceram no muro, com muitas Mães, algumas já Mães de Mães.
05 maio 2007
Cabicanca
Por aí...
Aguiar da Beira
É a terra onde nasceu a minha Mãe (e mais tarde o Dias Loureiro) e onde passei o dia de hoje numa reunião de família.Que bom que é juntar anualmente dezenas e dezenas de primos de todos os graus, desde os pequeninhos aos que já chegaram à faixa dos oitenta!
Aguiar da Beira orgulha-se de possuir, num pequeno espaço, três monumentos nacionais: a Torre do Relógio, a Fonte de mergulho e o Pelourinho manuelino.
Eu orgulho-me de ter as minhas origens no Solar brasonado cuja fotografia coloquei aqui em 11 de Abril e onde começou toda a história desta enorme e feliz família..
A vertigem das palavras inperfeitas
Este é o título do novo livro de poemas do Arnaldo Silva que foi lançado ontem.Sou dos privilegiados que conhecem o Nónó há muitos anos e que pode contar com a sua amizade, o que aliás é recíproco.
Já aqui publiquei um dos seus poemas.
O Nónó é um Homem invulgar, excepcional a todos os níveis, com uma sensibilidade comovente e com quem eu adoro conversar. Pena que o nosso tempo não permita mais tempo de conversa...
Aqui deixo um poema deste novo livro.
A espera (in)determinada
(... por isso aqui estou de corpo e alma
feitos da íntima esperança
de - por um momento que seja -
nos voltarmos a encontrar...
... que da espera e da tardança
não haverei nunca de desesperar...)
Para quê calar ou esconder
o tudo quanto eu penso e que não digo?
Para quê negar ou rebater
esta vontade aberta de falar contigo?
Por uma vez - é certo -
já falei.
Por isso não desespero
e aguardo - tendo de ser -
o tempo que for precciso...
... e crente por confissão
só me resta acreditar
que há-de vir - se puder...
Se vier
- como espero -
quando chegar cá estarei.
Se não
pensarei comigo:
"Ainda não pôde!"
... E como já estava à espera
nada se altera...
... esperarei!...
Um beijo, Nónó, e a minha amizade incondicional
03 maio 2007
02 maio 2007
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