Da Lapa só vale a pena trazer, como lembrança, o pão óptimo que lá se faz e o queijo da Serra da Lapa, que pode ser de cabra ou de ovelha. O pão alvo para acompanhar aquele maravilhoso queijo é o que, depois da visita à Lapa, nos faz recordar que por lá andámos. E vemo-los anunciados em cartazes como estes - a preto e branco e a cores... Claro que, nos cafés da Praça há pão caseiro muito saboroso e todo o tipo de enchidos que por lá se fazem.
"Dispomos de todas as possibilidades, da mais absoluta liberdade de escolha. Como num livro, onde cada letra permanece para sempre na página, a nossa consciência tem o direito de decidir o que quer ler e o que prefere deixar de parte." (Richard Bach)
03 agosto 2015
31 julho 2015
Lapa
Lapa
situa-se a cerca de mil metros de altitude e cresceu por entre serras enfragadas
e rigorosos nevões invernais. Terra pequena, de construções de granito enegrecido,
é na Lapa que nascem os rios Vouga e Paiva.
A história desta localidade começa em 1493 com o aparecimento
da imagem de Nossa Senhora debaixo de uma lapa. A lenda tomou proporções
nacionais e, sem demoras, surgiram as primeiras construções naquele local.
“Para abrigo da Imagem, e resguardo temporário de fiéis, principalmente no
tempo de maior afluência deles, construiu-se um oratório e levantaram-se
algumas barracas simples”, diz Abade Vasco Moreira, no livro “Sernancelhe e Seu
Alfoz”.
Alguns anos mais tarde, e já sob a orientação dos jesuítas (a
acção dos jesuítas foi determinante para a
evolução da Lapa, ou Quintela da Lapa), foi construída a actual Igreja,
no exacto local onde a Pastorinha Joana descobriu a imagem. O Colégio, onde
gente ilustre como Aquilino Ribeiro estudou gramática, latim, lógica e moral
começou a ser construído no fim do século XVI e é uma das obras maiores dos
Jesuítas na Lapa, funcionando hoje como pousada do Santuário.
Em 1740, e pouco antes de serem extintas as ordens religiosas
e expulsos os jesuítas, a Lapa foi elevada à categoria de Vila. A Casa da
Câmara e Cadeia e o Pelourinho simbolizam a importância administrativa da Lapa
nesse período. Em 1885 perdeu o título, ingressando no concelho de Sernancelhe.
A mítica “cidade” que os jesuítas criaram ainda perdura no tempo.
30 julho 2015
Santuário de Nossa Senhora da Lapa
O Santuário de Nossa Senhora da Lapa fica em Quintela, no concelho de Sernancelhe,
Beira Alta, e lá se encontra a imagem original de Nossa Senhora da Lapa. A
primitiva capela foi construída em 1498 e a actual igreja foi construída no
século XVII pelos jesuítas, que muito promoveram as peregrinações.
O altar onde se encontra a imagem de Nossa Senhora da
Lapa foi erguido no local onde, segundo a lenda, a pastora Joana encontrou a
imagem escondida pelas religiosas. Na capela-mor do santuário está o rochedo (lapa)
milagroso com a imagem da Senhora da Lapa.
São de salientar tesouros sem
conta oferecidos, até por reis e rainhas, e a cenografia dos altares da
Crucificação e da Morte de S. José.
É a 15 de Agosto de cada ano
que se celebra a festa da Senhora da Lapa, atraindo milhares de peregrinos em
cumprimento de promessas ou por simples devoção.
O santuário de Nossa Senhora
da Lapa e a Catedral de Santiago de
Compostela, na Galiza, chegaram a ser, em tempos, os dois
santuários mais importantes da Península
Ibérica.
A festa da Senhora da Lapa celebra-se
no dia 15 de Agosto e atrai milhares de peregrinos em cumprimento de promessas
ou por simples devoção.
O culto à nossa senhora da Lapa está
espalhado por Portugal e Brasil e outras antigas colónias portuguesas,
encontrando-se inúmeras igrejas dedicadas à Nossa Senhora da Lapa. Há Igreja da
Lapa em Chaves, na Póvoa de Varzim, no Porto, em Braga, em Arcos de Valdevez, em
Salvador da Baía, ...
25 julho 2015
19 julho 2015
Uma tramazeira de Serralves
O que eu aprendi numa visita guiada por Serralves para ver as árvores a frutificar! Não fazia a mínima ideia que havia uma árvore chamada tramazeira.
É uma espécie que existe na Ásia e em quase toda a Europa mas, no sul da Europa, só aparece em locais de elevadas altitudes. Em Portugal só se encontra no centro e norte do país (Serra do Gerês, Serra da Estrela e Serra da Lousã). E em Serralves, claro.
É uma espécie que existe na Ásia e em quase toda a Europa mas, no sul da Europa, só aparece em locais de elevadas altitudes. Em Portugal só se encontra no centro e norte do país (Serra do Gerês, Serra da Estrela e Serra da Lousã). E em Serralves, claro.
17 julho 2015
15 julho 2015
O jardim do ciclo da água
Da chuva ao arroio, ao ribeiro, ao rio, ao mar e, posteriormente, de volta à chuva, é um ciclo constante que controla, forma, cria e mantém a vida neste frágil planeta.
A acção gravitacional da nossa vizinha lua actua para nos dar as marés, sem as quais de certeza nunca teríamos visto a vida como a conhecemos hoje.
Por sua vez, o sol vaporiza a água dos nossos oceanos, criando assim a precipitação que alimenta o ‘Jardim’ que é o nosso planeta.
A forma da Terra representa o crescimento das plantas e, enquanto a chuva cai, o sol brilha e cria os arcos-íris que nos lembram a beleza do nosso mundo natural.
Tudo isto é representado neste jardim do ciclo sem fim – O Ciclo da Água –, interminável, através dos quatro elementos principais: a Escultura da Lua, o Elemento Sol, a Forma da Terra e as Cadeias de Gotas de Chuva.
A acção gravitacional da nossa vizinha lua actua para nos dar as marés, sem as quais de certeza nunca teríamos visto a vida como a conhecemos hoje.
Por sua vez, o sol vaporiza a água dos nossos oceanos, criando assim a precipitação que alimenta o ‘Jardim’ que é o nosso planeta.
A forma da Terra representa o crescimento das plantas e, enquanto a chuva cai, o sol brilha e cria os arcos-íris que nos lembram a beleza do nosso mundo natural.
Tudo isto é representado neste jardim do ciclo sem fim – O Ciclo da Água –, interminável, através dos quatro elementos principais: a Escultura da Lua, o Elemento Sol, a Forma da Terra e as Cadeias de Gotas de Chuva.
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Festival Internacional de Jardins,
Ponte de Lima
13 julho 2015
Aquário
O jardim cria a ilusão de que o espectador participa na realidade subaquática, onde os anfitriões são peixes e outras criaturas aquáticas e em que tudo flui e mexe com o ritmo das ondas.
Os elementos em movimento, peixes e plantas, imitam a vida num ambiente subaquático, dando ao projecto a aparência de movimento e natação.
O aquário é acabado com diferentes tipos de gramíneas, que parecem típicas plantas aquáticas e algas, propondo-se a sensação de autêntica vida aquática.
As matérias-primas usadas neste projecto, como blocos de betão, seixos brancos e aço corten, dão um aspecto moderno e minimalista.
As plantas foram igualmente seleccionadas para complementar e harmonizar com o estilo moderno do jardim.
Este jardim foi apresentado por uma equipa polaca.
Os elementos em movimento, peixes e plantas, imitam a vida num ambiente subaquático, dando ao projecto a aparência de movimento e natação.
O aquário é acabado com diferentes tipos de gramíneas, que parecem típicas plantas aquáticas e algas, propondo-se a sensação de autêntica vida aquática.
As matérias-primas usadas neste projecto, como blocos de betão, seixos brancos e aço corten, dão um aspecto moderno e minimalista.
As plantas foram igualmente seleccionadas para complementar e harmonizar com o estilo moderno do jardim.
Este jardim foi apresentado por uma equipa polaca.
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Festival Internacional de Jardins,
Ponte de Lima
11 julho 2015
10 julho 2015
09 julho 2015
08 julho 2015
Nenúfares
Hoje fui ao Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima. Já há uns anos que religiosamente lá vou apreciar esta louvável iniciativa da autarquia. Este ano o tema era "A água no jardim" e as minhas expectativas eram elevadas. Foi o Festival onde os jardins, a meu ver, foram menos conseguidos. Alguns jardins bonitos mas, para o tema, eu esperava mais. Aqui ficam os nenúfares do jardim "A casa da água".
A vinda foi por Esposende para ir à "de Lili" comer uma "clarinha".
Um dia bem passado que valeu a pena ter vivido.
A vinda foi por Esposende para ir à "de Lili" comer uma "clarinha".
Um dia bem passado que valeu a pena ter vivido.
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Festival Internacional de Jardins,
Ponte de Lima
07 julho 2015
06 julho 2015
Jazz no Parque
Começou ontem a 24ª edição do Jazz no Parque em Serralves. E começou com o I.OVERDRIVE TRIO com:
Remi Gaudiallat no trompete,
Phillipe Gordiani na guitarra eléctrica e
Bruno Tocanne na bateria. Um excelente fim de tarde.
(considerando que estava longe e cheia de cabeças à frente, as fotografias até nem estão muito más)
Remi Gaudiallat no trompete,
Phillipe Gordiani na guitarra eléctrica e
Bruno Tocanne na bateria. Um excelente fim de tarde.
(considerando que estava longe e cheia de cabeças à frente, as fotografias até nem estão muito más)
04 julho 2015
Decomposição da luz
Ontem fomos ao Teatro Nacional de S. João ver "Pocilga" de Pier Paolo Pasolini. Como sempre vamos com tempo para tomar um café neste maravilhoso teatro. Quando tomava o café reparei no arco íris que o candeeiro fazia projectar na parede e não resisti a registar. Uma maravilha projectada noutra maravilha.
01 julho 2015
27 junho 2015
Pôr do sol
O pôr do sol na praia de Matosinhos. As nuvens que lá vinham faziam como que um muro que dava um efeito que me encantou quando o sol desapareceu.Na fotografia de cima vê-se, em contraluz, o terminal de cruzeiros.
26 junho 2015
24 junho 2015
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