27 junho 2009

Eohippus

A Arte que está presente na concepção deste jardim, é a arte equestre e o cavalo puro-sangue lusitano.
Entra-se por um caminho de saibro, guiado por pegadas do cavalo com destino a uma zona central que lembra uma floresta. Nas “paredes” do caminho, que nos leva a uma zona central, vão-se encontrando molduras com poesias de Mário Cezariny. No centro encontramos um puro-sangue lusitano entre dois espelhos.
Eohippus inspira-se no primeiro antepassado do cavalo. Das imagens reflectidas nos espelhos, a mais longínqua pretende representar o Eohippus e, a partir daí, teremos o Orohippus, o Mesohippus e outros antepassados do cavalo central – o puro-sangue lusitano.

4 comentários:

mdsol disse...

Mas que belezas... O conceito, o jardim e... as tuas fotografias, pois claro.
beijinho
:))

Graça Pimentel disse...

mdsol
É todos os anos um prazer ir a Ponte de Lima e ver este Festival. Tens que ir lá. É só uma hora de viagem.

Beijinho

Anónimo disse...

Então o ventinho foi descoberto!Já não se pode guardar segredos.O vento vai para férias,pensar o que irá fazer.

um ventinho doce antes da partida

VENTO

Graça Pimentel disse...

O sarrabiscos já está habituado a este ventinho. Umas vezes quente, outras refrescante, uma vezes forte, outras brisa.
Não me tirem este ventinho. Eu gosto dele.

Por favor mande-me um mail para eu guardar o endereço electrónico. Reinstalei o Office e perdi-os todos.

Beijo, ventinho