03 abril 2008

Restos mortais...



...da Empresa Fabril do Norte, na Senhora da Hora.

8 comentários:

Tinta Azul disse...

Há tantos restos mortais por aí que até mete dó. Tenho aqui uns que qualquer dia posto. Não deixam de ter a sua beleza, ainda que estranha.
Beijo grande e até ao próximo almoço, mesmo que seja uma tosta simples.

Anónimo disse...

E tudo o vento leva.


vento

GP disse...

tinta_azul
Sabes que me lembro muito bem da minha Mãe ir à EFANOR comprar, entre outras coisas, os lenços de assoar que, na altura, eram só de pano. Durante anos passei por lá para ir para a escola e a EFANOR ainda estava aberta. Faz-me pena ver tudo aquilo desaparecer a surgir ali um empreendimento onde vão meter não sei quantos milhões de almas...

Beijoca e marca um almoço com um ar de...

GP disse...

Oh, vento! Tudo o tempo leva... mesmo.
Comecei ontem a ler "Contos à moda do Porto" do Miguel Miranda. Já me tinham falado mas ainda não li nada dele.

Beijinho

mariadosol disse...

a passagem inexorável do tempo...tal como as pessoas, também as cidades, os países(?) podem envelhecer melhor ou pior...Julgo que o que choca é o abandono e a substituição por estruturas que só têm a ver com o ...metal
(estaremos num tempo muito plástico?)

GP disse...

É, mariado sol, é a passagem inexorável do tempo. É lamentável mas a verdade é que ocimento armado dá votos...

Anónimo disse...

Comprei muitas rendas, tecidos para lencóis na EFANOR.
Não conheço o livro de que fala.Tenho alguns livros sobre o PORTO.


VENTO

GP disse...

olá, vento!
Eu nunca ouvido falar deste médico de Gaia que tem quatro ou cinco livros publicados (alguns premiados) mas, num jantar falaram-me dele e eu fiquei curiosa. Comprei três e estou a ler o primeiro. Depois formulo a minha opinião.

Até breve