14 maio 2009

Na Ribeira, o Postigo do Carvão.


2 comentários:

caruma disse...

A luz! Quem não recorda a abertura da "Morte em Veneza" ao som da Sinfonia nº 5 de Mahler ? É a luz de Veneza - e de Lisboa: cidades abertas, expostas, solares /lunares, reflexas da grande luminosidade das águas. O Porto é outra coisa - não conheço outro Poeta como o pós-moderno Carlos Tê que tão bem a defina "... essa altivez de milhafre ferido na asa " (Se houver, POR FAVOR, I NFORMEM-ME!) Extraordinário, introvertido, "pardacento", afinal tão verdadeiro/tão sério, tão burguês, o Porto !

Graça Pimentel disse...

caruma
O Porto é o Porto. É a cidade onde nasci e que trago no coração. Uma cidade sempre à tua espera... bem como a guia...

Beijinho