"Dispomos de todas as possibilidades, da mais absoluta liberdade de escolha. Como num livro, onde cada letra permanece para sempre na página, a nossa consciência tem o direito de decidir o que quer ler e o que prefere deixar de parte." (Richard Bach)
22 outubro 2007
Passeio de domingo
Ontem, a minha caminhada foi até ao Parque das Sete Bicas. A Comunidade Paroquial da Senhora da Hora organizou aí um concerto. Tuba, trombone, trompete e trompa tocaram, e bem, neste espaço agradável.
De volta a casa, depois de ouvir o Conjunto de Metais, encontrei este portão. Não é um ferro velho, não é um bairro de lata. É mesmo o portão de uma escola. Condizente, aliás, com o estado da educação.
Encontrei ainda esta árvore que revela o espírito de sobrevivência. Meia-morta. Mas a metade viva ignora a morta e insiste em manter-se frondosa. Também podemos fazer um paralelismo com a educação. Apesar de esta estar meia morta, ainda há quem insista e acredite que vale a pena mais um esforço. Veremos se a parte morta não acaba com os resquícios de vida.
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4 comentários:
tenho tentado educar com arte. tem sido difícil. aqui no Brasil pouco se dá valor a ela. como educar tem sido trabalho érduo, a arte, então, coitada, fica MUITO atras de tudo.
linda foto (sendo repetitiva rss).
:-)
Dani(ela), a falta de valor que se dá à arte, também abunda por aqui...
Trabalhas na educação?
Beijinho
sim, sou professora de artes. (por esses tempos). e acho muito importante os mais novos serem educados com ela.
:-)
Não sei como está o ensino por aí, dani(ela)...
Por aqui está à beira do precipício. Trabalha-se para as estatísticas. Importa a quantidade, não a qualidade. Uma desmotivação total...
Beijinho
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